Blog do Kalifa

Séries, séries e mais séries!

TOP 100 – Parte 5 8 08UTC fevereiro 08UTC 2010

Arquivado em: Melhores Episódios da Década — L. Vinicius @ 18:21

60) Love Monkey (1×08) – Coming Out

Diretor: Ron Lagomarsino

Roteirista: Michael Rauch

Esse é com certeza, o episódio cômico mais dramático que eu vi. Não, o episódio como sempre foi engraçadíssimo, com Tom recebendo a proposta do antigo chefe, mas sabe aquela sensação depois do fim do episódio, de que você nunca mais vai ver algo do tipo na sua vida, e fica refletindo sobre a vida enquanto os créditos aparecem? Então.


59) Pushing Daisies (1×01) – Pie-Lette

Diretor: Barry Sonnenfeld

Roteirista: Bryan Fuller

Me lembro até hoje do bafafá que foi feito pela série nova do Bryan Fuller. Considero o cara um gênio, mas com a temporada de “Mad Men” chegando ao final,  e com “30 Rock” se tornando assombrosamente a melhor comédia que eu já vi, eu nem dei muita bola. Demorei uns 10 dias pra ver o piloto. E… meu Deus, que coisa linda, poética, bem escrita, bem atuada, que delite visual! Sabe o que eu acho? O melhor piloto que eu já vi em toda minha vida. Simples assim.


58) How I Met Your Mother (2×16) – Stuff

Diretor: Pamela Fryman

Roteirista: Craig Thomas & Kourtney Kang

Eu assumo que sou um crítico (oi?) clichê quando se trata de séries. Meus episódios preferidos das séries sempre são aqueles que todo mundo gosta e aplaude. Mas com “How I Met Your Mother” a coisa é diferente, talvez porque eu nunca considerei esta a melhor comédia no ar em nenhum momento da minha vida. Então, eis que meu episódio predileto da série é um pouco comentado, o “Stuff”, da segunda temporada, onde Ted e Robin ainda namoravam e ele decide colocar suas coisas pra fora e tal. Essa história até que foi muito engraçada, mas nunca, NUNCA mais “HIMYM” vai me fazer tanto como eu ri com a peça horrível que o Barney faz pra Lily por vingança da outra peça chata que ela atuou. Estou sozinho nessa, mas esse pra mim foi o melhor momento de toda a série.


57) Arrested Development (3×09) – S.O.B.s

Diretora: Arlene Sanford

Roteirista: Richard Day & James Vallely

“Arrested Development” é uma pequena obra-prima da TV e não escondo essa opinião de ninguém. Pra mim é o melhor roteiro cômico da história da TV (supera até “Seinfeld”, oh lord…) junto com o melhor elenco que eu já vi. Uma característica responsável pra isso é a capacidade que a série tem de criticar a própria TV sem ser auto-indulgente. “S.O.B.s”, (ou “Son of a Bitch”, hahaha) foi um episódio que mostrou os Bluth tentando salvar a empresa usando armas que outras séries usam quando estam à beira do cancelamento (e é claro que isso não é dito). Sobrou até pra Charlize Theron, que participou de vários episódios da terceira temporada.


56) Mad Men (2×13) – Meditations in an Emergency

Diretor: Matthew Weiner

Roteirista: Matthew Weiner

É muito peculiar esse gosto do Matthew Weiner por dirigir e roteirizar todos os finais de temporada de “Mad Men”, visto que os episódios que ele roteirizou em “The Sopranos” eram os típicos episódios parados, onde pouca coisa acontecia, mas os perosnagens eram desenvolvidos psicologicamente com perfeição. Se bem que os fins de temporada de sua nova empreitada também não são muito movimentados, como ocorre com “Meditations in an Emergency”, que é bordado com pequenas e significativas cenas envolvendo Pete e Peggy, e Don e Betty. Não, ele não desaprendeu o que recebeu do gênio David Chase.


55) The West Wing (2×10) – Noël

Diretor: Thomas Schlamme

Roteiristas: Aaron Sorkin e Peter Parnell

Ah, episódios natalinos… eu sempre sou fisgado por eles. Bem que eu poderia ficar o episódio inteiro vendo Donna tentando arranjar um convite para o Natal da Casa Branca, ou o presidente Jed assinando cartões de Natal e tal. Mas o episódio era do Bradley Whitford, e só dele. Ver Josh confrontando seus traumas do passado ao som de Yo-Yo Ma foi um momento singular na série, com direito a atuação fantástica do Bradley Whitford. Bravo!

54) Six Feet Under (3×13) – I’m Sorry, I’m Lost

Diretor: Alan Ball

Roteirista: Jill Solloway

Não adianta outras milhares de séries apareçerem na TV no próximo século, ou milênio, que nenhuma outra me emocionar mais do que “Six Feet Under”. Não que eu tenha me acabado de chorar com alguns episódios, o que é bem difícil, e justamente esse é um dos motivos de eu gostar tanto da série do Alan Ball, que mesmo sendo triste por natureza, nunca apelou para os momentos “Laços de Família”. Dito isso, esse foi pra mim o episódio mais emocionante da série, mais emocionante até que o fim da série. Lauren Ambrose provavelmente nunca mais irá ter uma atuação daquelas, e Fraces Conroy estava tão magnífica quanto (principalmente na cena da igreja). Pra quem não tem muito sangue frio e quer ver o episódio, reserve um lenço.


53) The Wire (4×13) – Final Grades

Diretor: Ernest R. Dickerson

Roteirista: David Simon

Acho que só agora percebi como é difícil escrever sobre “The Wire”. Mesmo com todo o material visto e aprovado, tenho a sensação de que teria de ver tudo de novo pra concluir algum pensamento mais concreto sobre a grandeza da série. O fato é que “The Wire” cresceu lentamente, mas de uma forma assustadora quando se para pra pensar em cada um dos muitos e muitos personagens da trama. E essa quarta temporada tem um gosto diferente pra mim, já que o assunto tratado na temporada inteira é a força destrutiva das drogas na vida de crianças e adolescentes. Nesse fim de temporada destaco a cena entre Namond e Donut, que mostra tudo o que David Simon queria mostrar em uma temporada inteira, e pouca gente poderia (ou queria) prever.


52) The Sopranos (3×04) – Employee of the Month

Diretor: John Patterson

Roteirista: David Chase & Robin Green

Se “Six Feet Under” é a série que mais me emociona, e “The Wire” a que mais me choca, “The Sopranos” é uma mistura das duas coisas. Nesse perfeito episódio, por exemplo, a Dra. Melfi sofre um ataque horripilante, que foi mostrado de uma forma cruel e real, e me deixou pasmo com a execução precisa da cena. Depois do susto, vemos a agora frágil Dra. Melfi, em mais uma sessão de terapia com Tony Soprano, até que a própria desaba na frente do seu paciente e se pergunta por que não usar o mafioso como arma de justiça contra o homem que lhe atacou, sendo essa uma das minhas cenas prediletas de todo a série.


51) The Shield (7×12) – Possible Kill Screen

Diretor: Bill Gierhart

Roteirista: Adam Fierro

Da mesma forma que eu tenho a sensação de que gostarei mais do penúltimo episódio de “Lost” do que do series finale, minha tese deu certo novamente aqui, e “Possible Kill Screen” ocupa na minha mente a primeira posição entre todos os episódios de “The Shield”. Eu poderia ficar linhas e linhas citando esse magnífico episódio, e acho que o episódio até merece, mas não tenho tanto tempo pra isso. O que vai ficar na minha memória para sempre, e o que eu deixo nessas humildes linhas, é meu testemunho ao ver uma das melhores cenas que eu já vi na vida, onde Vic Mackey, aparentemente cansado de seus esquemas e pecados, confessa todos os seus podres na I.C.E.: eu tinha acabado de ver uma aula de atuação e nem sabia.

 

Os 10 Melhores Episódios Dramáticos de Janeiro 5 05UTC fevereiro 05UTC 2010

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 18:46

10° Lugar: Damages (3×01) – Your Secrets Are Safe

Embora com algumas introduções no mínimo cafonas na parte técnica, esse início de “Damages” foi novamente tenso, com um novo caso desafiador a Patty Hewes e a vida de Ellen longe da antiga chefe. E o que realmente surpreendeu foi a importância merecida dada ao personagem de Tate Donovan, o fiel Tom Shayes, que já aparece com um destino trágico a acontecer depois de 6 meses. E, como já é de costume, Glenn Close arrasou, assim como Lily Tomlin e Martin Short.

9° Lugar: House (6×09) Wilson*

Mesmo com uma temporada bem ruim, “House” nunca se esquece de entregar episódios-eventos, que podem ou não mudar o rumo da série. Esse, mesmo com muita qualidade, não mudou em nada o rumo que a história adotou desde a premiere. Valeu pelo espaço dado ao competente Robert Sean Leonard, e a competente direção de Lesli Linka Glatter.

8° Lugar: Big Love (4×01) – Free at Last

Outro início de temporada, agora de “Big Love”. O episódio foi sim atribulado, como eu já disse antes, mas não se pode deixar de ressaltar a qualidade do roteiro, que consegue mesclar histórias mirabolantes como a do tráfico de perequitos e da morte de Roman Grant, com críticas severas à sociedade. E caso nada disso dê certo, só a atuação de Chloë Sevigny já é motivo para ver o episódio.

7° Lugar: Fringe (2×13) – What Lies Below

Vai episódio, vem episódio, e “Fringe” continua seguindo a mesma linha de colocar episódios isolados para depois colocar outro episódio com alguma informação sobre os mistérios da série. Isso não me empolgava na primeira temporada. Porém, tenho a impressão que a série está muito mais arrojada e interessante nesta segunda temporada, sendo isso evidenciado até mesmo nos episódios isolados. Prova disso é “What Lies Below”, que trouxe uma trama muito interessante mostrando uma ameaça biológica, e a interação de Walter e Peter (com mais uma atuação formidável de John Noble). Com um episódio assim, os acontecimentos bombásticos na Massive Dynamic, os Observadores e William Bell podem ficar pra depois!

6° Lugar: Grey’s Anatomy (6×08) – Invest in Love*

“Grey’s Anatomy” fechou seu arco de excelentes episódios sem Meredith-Izzie com esse, que talvez seja o único, a mostrar tantos minutos destinados a Dra. Arizona Robbins. Mesmo que eu ainda tenha uma certa antipatia pela personagem, vê-la enfrentando o mala-chief daquele jeito, e ainda nos fazer sofrer com mais um caso da pediatria (até quando sentirei pena de crianças doentes?) foi uma esperta sacada de Shonda Rhimes para nos fazer esqueçer um pouco que a Anatomia de Grey está sem a Grey. Mais um ótimo episódio.

5° Lugar: 24 (8×04) – Day 8: 7:00 p.m. – 8:00 p.m.

De todas as quatro horas que formaram uma verdadeira maratona do dia de Jack Bauer, essa foi com certeza  a melhor. A missão de Jack Bauer em protejer o presidente ganhou reviravoltas ótimas envolvendo Hassan, e lógico, a f*cking-crazy Renee, que com uma única cena, conseguiu deixar muitas torturas de Jack Bauer no chinelo!

4° Lugar: Friday Night Lights (4×10) – I Can’t

Olha, demorou, mas demorou MESMO para que eu simpatizasse com as caras novas de “Friday Night Lights”. Os únicos episódios acima da média nessa temporada pra mim foram aqueles que envolviam dramas da família Taylor, além do fantástico “The Son”. Mas, eis que enfim, com esse emocionante episódio, eu me rendo a luta de Vince Howard por uma melhoria de vida sua e de sua mãe drogada e Becky com sua gravidez. Até que enfim o outro lado de Dillon me conquistou!


3° Lugar: Big Love (4×02) – The Greater Good

“Big Love”, ao meu ver, funciona muito mais quando trata das relações humanas no vilarejo de Juniper Creek, ao invés de tantas loucuras que às vezes parecem ser colocadas lá só para causar um desconforto imediato no telespectador. Porém, nesse episódio, a série conseguiu um efeito contrário, lidando bem com situações simples e emocionantes, como a tentação de Alby Grant vista de uma maneira mais psicológica, os planos de Bill para o senado e o casamento de Sarah com Jesse Pinkman Scott.


2° Lugar: The Good Wife (1×11) – Infamy

“The Good Wife” mostra semana após semana que é uma série completa, com drama, reviravoltas, atuações brilhantes e até um pouco de comédia. Mais uma vez dosando com perfeição o que acontece no caso Florrick e o que acontece na firma de advocacia de Alicia, o episódio mostrou um arrogante âncora de TV que faz de tudo para influenciar a opinião pública no caso do sequestro de uma criança que envolvia a mãe, cliente da firma, que se matou de tanta pressão. Com mais uma perfeita atuação de Julianna Margulies, “The Good Wife” atingiu o nível de qualidade que até minha queridinha “Boston Legal” não chegava com tanta facilidade.


1° Lugar: Caprica (1×00) – Pilot

No momento em que Zoe olhava com estranheza toda a devassidão que ocorria na festa online, eu já sabia que “Caprica” era uma série diferente. É um spin-off de Battlestar Galactica, sim, e isso talvez possa ter causado um certo preconceito pela parte dos que não eram fãs da (melhor) série sci-fi de Ronald D. Moore, mas na minha opinião, até quem não viu Battlestar Galactica pode conferir o piloto da série, que é genial pelas interpretações e pelo roteiro, sendo os fantásticos efeitos especiais um “mero detalhe”. Este longo episódio é, até agora, o maior sopro de originalidade do ano.

 

Os 10 Melhores Episódios Cômicos de Janeiro 4 04UTC fevereiro 04UTC 2010

Arquivado em: Melhores Episódios por Mês — L. Vinicius @ 21:19

10° Lugar: Ugly Betty (4×12) – Blackout!

Fiquei muito desapontado com o cancelamento de “Ugly Betty”, mesmo sabendo que a série não duraria muito. E o último episódio exibido antes do cancelamento da série mostrou que a série ainda tinha gás para algumas temporadas. Mesmo sem muitos momentos engraçados, o que me conquistou no episódio foi o roteiro afiado principalmente nas cenas de Marc e Betty. Uma pena que uma série que começou tão laureada tenha um fim tão obscuro.

9° Lugar: How I Met Your Mother (5×13) – Jenkins

Todo mês tem uma série que ganhou destaque. Esse mês, que foi regular na comédia, foi de “How I Met Your Mother”, que nem precisou se esforçar muito. Nesse episódio, por exemplo, só a participação da Amanda Peet já rendeu bons momentos, e somando-se a brincadeira do “but… hum”, e aí está a fórmula do sucesso.

8° Lugar: Modern Family (1×13) – Fifteen Percent

Segundo Mitchell, a chance de uma pessoa mudar é de no máximo 15%. Sem alterar quase nada na composição dos personagens, “Modern Family” fez um episódio que novamente não conectou muito as tramas das três famílias, mas mesmo assim, quando Ed O’Neill encena com Jesse Tyler Ferguson, ou uma simples participação de Eric Stonestreet com Sofia Vergara, existe tanta química entre os atores que parece até que todas as histórias estiveram interligadas desde o princípio.

7° Lugar: Parks and Recreation (2×14) – Leslie’s House

Nos últimos episódios, “Parks and Recreation” está cada vez mais longe do departamento de parques e jardins de Pawnee. E talvez essa pequena mudança fez até bem pra série, já que mesmo fora do trabalho, a loucura herdada daquele ambiente está incravada em cada personagem. Nesse episódio, Leslie avança seu relacionamento com Justin o convidando para um jantar a sua casa. E é isso. Mais ou menos duas horas se passam e essa é a única trama do episódio todo. E com a desenvoltura da Amy Poehler não se precisa de mais nada.

6° Lugar: Community (1×14) – Interpretive Dance

Não canso de elogiar a parte técnica de “Community”, que de longe é a melhor da safra cômica desta temporada. Montagem e trilha-sonora, principalmente, estão sempre em sintonia e até aumentam a qualidade do episódio. Em um episódio com uma sequência de dança que envolvia Troy e Britta, porém, o que valeu mesmo foi o carisma dos atores e o roteiro que melhora a cada episódio. Juntamente com “Modern Family”, essa é a série com o melhor elenco, e a série mais constante da temporada.

5° Lugar: 30 Rock (4×10) – Black Light Attack

Não me levem a mal. Mesmo adorando todas as novas série que apareceram de 2009 para 2010, não há outra série que eu tenha mais vontade de ver do que “30 Rock”, que já conseguiu alcançar seu nível de excelência há muito tempo, e que de vez em quando volta a aparecer. Por mais que “Modern Family”, “Community” e cia. consigam mostrar ótimos episódios seguidos, há momentos que só “30 Rock” pode oferecer, e esse episódio está repleto desses momentos.

4° Lugar: Chuck (3×04) – Chuck vs. The Operation Awesome

O gancho deixado pelo terceiro episódio chegou a me irritar de tão imbecil e manipulador. Porém, como já é de costume, a série sabe muito bem amarrar histórias por mais bobas que sejam, e a operação para salvar Devon foi muito divertida. Um episódio que dosou muito bem comédia e ação, e que lembrou bastante a segunda temporada, a melhor da série até agora.


3° Lugar: The Office (6×13) – The Banker

Eu não entendi o motivo da apatia pelo episódio de volta de “The Office”, pois quando uma série transmite um episódio assim só para tapar buraco sem nenhuma explicação, aí sim merece o repúdio que vem sido dado a “The Banker”. Mas a série conseguiu mostrar um motivo muito bom para engatar todos os flashbacks, com a chegada do banqueiro interessado na empresa, tentando tirar alguma informação de Toby. E ainda teve o Computron, e o novo Stanley! Não foi um episódio memorável, mas ruim também não foi.


2° Lugar: Modern Family (1×12) – Not in My House

“Modern Family” reaparece no ranking, com mais um ótimo episódio, dessa vez, discutindo o que devemos deixar acontecer na nossa casa. Mais uma vez foi difícil escolher atores que se destacaram no episódio, já que a cada episódio eu tenho mais certeza que é um dos melhores elencos cômicos que eu já vi, sendo que Sofia Vergara conseguiu superar seus colegas de elenco por um suspiro com sua rivalidade pelo “el diablo”. E é claro que, como 99% das pessoas que assistiram o episódio, também fiquei com vontade de ganhar um cão-mordomo!


1° Lugar: How I Met Your Mother (5×12) – Girls vs. Suits

Eis o 100° episódio de “How I Met Your Mother”. Foi legendário? Não. O musical foi demais? Não. A mãe foi mostrada? Hum… só seu pé. Então qual a razão da qualidade do episódio. Oras, porque o episódio foi realmente bom, só não foi o que todos estavam esperando. Por mais que o musical foi totalmete descabido e Barney apareceu com mais uma historinha boba, não se pode negar que Lily, Marshall e Robin deram show no bar com o dilema da barwoman, além da trama de Ted, que tudo bem, não mostrou a mãe, mas trouxe uma participação ótima da Rachel Bilson. Foi sim, um grande episódio.

 

E de acordo com o último post: 3 03UTC fevereiro 03UTC 2010

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 17:56

… meu super-ranking de melhores séries dramáticas da última temporada seria:

(mais…)

 

Balanço da Temporada 2008/2009 – Séries Dramáticas 3 03UTC fevereiro 03UTC 2010

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 17:50

Acho que ninguém mais lembrava que eu fiquei de postar a outra parte da minha antiga página, agora com séries dramáticas. Pra quem não lembra, o balanço das séries cômicas estão aqui, e o ranking, aqui. Pra quem tem tempo livre, eis a grande listagem:

(mais…)

 

Então… 2 02UTC fevereiro 02UTC 2010

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 21:10

Várias coisas pra comentar hoje:

Vamos dizer que “Big Love” começou um pouco reservada. O primeiro episódio foi atribulado até demais, com o show da Chloë Sevigny e muitas coisas pra contar em poucos tempo (e olha que são 50 e poucos minutos), e contando que toda a parte do cassino foi bem improvisada pelo roteiro, “Free at Last” foi um episódio muito bom, mas que poderia ter sido melhor, e o episódio seguinte “The Greater Good”, um episódio muito melhor, onde a morte do Roman Grant foi quase deixada de lado para que as trapalhadas de Bill fossem mostradas. Odeio o Bill. E agora ele quer entrar no senado para… uh… acabar com a perseguição à poligamia. Ah, tá. Mas teve o casamento da Sarah, que foi a coisa mais bonita dos três episódios.

*                                 *                                *

E “24″ foi outra série que voltou mas ainda tá sem gás. Não que os episódios tenham sido ruins, longe disso, mas acho que comparando esses 5 episódios com os 5 episódios da temporada passada, pouca coisa aconteceu. E a Renee voltou mas era melhor nem ter voltado. Uma participação especial já tava de bom tamanho, mas agora parece que ela vai ser uma versão mais chata do Tony Almeida na época em que ele era brotha do Jack. E a Starbuck Katee Sackhoff tá ridícula na série, acho que eu nunca vi uma história tão cafona assim na série, tipo, foge do namorado ciumento, é cúmplice de um assassinato, foge do namorado, e vai trabalhar na CTU? Sério?

E o Fred de Scooby-Doo sempre vai ser um péssimo ator, não importa em que série esteja. Nem idade ele tem pra trabalhar na CTU, e ainda quer jogar aquela interpretação manjada de filme B de ação? Mais um que pode morrer e eu não sentirei falta.

*                                      *                                       *

E pra compensar as estreias que não foram lá essas coisas, o piloto de “Caprica” foi demais. Já vi o segundo e deu uma piorada, mas a impressão deixada pelo piloto foi de um novo começo para a saudosa “Battlestar Galactica”.

Embora longo, o piloto nunca decepciona, com diálogos afiados, interpretações incríveis e bastante ação e efeitos especiais de cair o queixo. Zoe, a personagem principal, é ao mesmo tempo carismática e complexa, com seu grupo religioso e seus objetivos. E caso a personagem em si não fosse lá um atrativo interessante, o jovem William Adama protagonizou a cena mais emocionante do piloto, quando ele abraça o pai.

Enfim, é uma maravilha de episódio, e eu realmente não me importei com a queda de qualidade no episódio “Rebirth”, pois tenho certeza que a situação será revertida em um episódio melhor ainda.

Frak!

*                                         *                                         *

Enfim, “Damages”. Uma série que se a qualidade do episódio não compensa, as atuações compensam. E se nem as atuações compensam, o cliffhanger compensa.

Pois bem, pela premiere já dá pra saber qual vai ser o rumo que a temporada vai tomar. Lily Tomlin e Glenn Close vão duelar em todas as cenas em que participarem e a família corrupta do Len Cariou (que falou umas… 5 frases no episódio todo) vai atormentar a vida de Patty. E o mais engraçado de todo o episódio foi a personagem da Lily Tomlin dizendo que “a advogada não é assim tão astuta”. Pobre Lily.O assassinato de Tom também me deixa confuso, mas esse assunto vai ser uma daquelas histórias que só seram clareadas lá pro 10° episódio, e tomara, que com mais imaginação do que foi feito na 2ª temporada.

Mas… o que foi aquela sequência inicial? Quase ridícula, com flashbacks de toda a história com aquela música idiota no fundo. E o que a sequência final? Por um instante eu achei que estavam dando tiros à bala perdida na minha casa, já que os sons altos destoaram por completo da cena final, que foi arrebatadora. Mas com total esperança para o próximo episódio.

E toda vez que eu vejo o Martin Short eu penso que ele vai fazer uma piada. Sério.

*                                             *                                             *

Também, quero deixar minha alegria pela loucura da HBO. Além de “Boardwalk Empire”, “Treme”, “Game of Thorns”, “How to Make It in America (mais conhecido como Entourage 2)” e “The Pacific”, o canal ainda irá:

Ordenar um piloto de uma série que será dirigida pelo David Fincher, com a Charlize Theron, sobre serial-killers. Aí você para e pensa: o cara que fez “Se7en” e “Zodíaco” (filmes sobre serial-killers), vai fazer uma série sobre serial-killers. Com a Charlize Theron no papel principal. E ainda dizem que Aaron Sorkin pode escrever o piloto. Na HBO. Alguma expectativa?

E ainda tem um projeto com o Russell Crowe e a Maria Bello. Então tá bom.

E ainda tem a terceira temporada de “In Treatment”. E a terceira temporada de “True Blood”. E “Bored to Death”. E… “Hung” (ah, vai é legalzinha).

It’s not TV. It’s HBO.

*                                        *                                         *

E hoje tem “o começo do fim”. Fico meio bobo com todo esse frissom com a última temporada de “Lost”, e claro que não vou ficar de madrugada esperando torrent, então boa sorte aos bravos!

*                                      *                                       *

Indicados ao Oscar? Não, obrigado.

 

Meus 10 Filmes Prediletos de 2009 1 01UTC fevereiro 01UTC 2010

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 18:01

No fim do ano publiquei uma lista com os 10 melhores filmes que eu vi no ano. Pois bem, o ano já acabou, mas alguns filmes que eu vi ainda não estrearam no Brasil, e graças aos meus queridos e espertos torrents eu vi pelo computador (nada melhor do que bastante tempo livre, não?). E além disso, sem querer falar nisso, o Oscar é amanhã, né? Pois bem, abaixo, a lista:

(mais…)

 

MSD: 9° LUGAR: Life on Mars UK (2006-2007) 31 31UTC janeiro 31UTC 2010

Arquivado em: Melhores Séries da Década — L. Vinicius @ 0:06

Criadores: Matthew Graham, Tony Jordan & Ashley Pharoah

Emissora: BBC

Estou sem tempo, pois vou dar uma saidinha rápida e volto num instante. Para acelerar um pouco, leiam o review que eu fiz em um post antigo sobre séries policiais. Vou deixar apenas meus episódios prediletos:

Episódios Prediletos: (1×08) Episode 1×08, (2×05) Episode 2×05, e (2×08) Episode 2×08.

 

MSD: 10° LUGAR: 24 (2001-????) 30 30UTC janeiro 30UTC 2010

Arquivado em: Melhores Séries da Década — L. Vinicius @ 23:14

Criadores: Robert Cochran & Joel Surnow

Emissora: FOX

“24″ é a série do contrário pra mim. Concretizaram três conceitos para a série desde a primeira temporada que eu não vejo muito com bons olhos. Eis minha revenga:

  • Dizem que a série é republicana, no mau sentido, como forma de enaltecer o sistema Bush: OK, eu concordo que George W. Bush pode ter sido o pior governante da história e tal, e mesmo que eu seja simpatizante do presidente Obama, vamos combinar que os serviços prestados por Jack Bauer para a CTU continuam sendo efetuados em vários lugares do mundo, com ou sem Obama.

  • Dizem que a série abusa da violência para revigorar o ideal “vingativo” dos Estados Unidos após os ataques do dia 11 de Setembro: Caso isso fosse realmente verdade, teríamos uma verdadeira quebra de construção da imagem criada pelo próprio governo estadunidense quando começou a enviar tropas ao Afeganistão. Jack Bauer em inúmeras vezes age pelo próprio instinto e passa por cima da sua própria bandeira para salvar a população, já que pensa como um funcionário que deve fazer de tudo para conseguir seus objetivos, e sim, é vingativo, mas não ao ponto de corromper ou mudar seu estilo de agir.

  • A série se concentra no formato e esquece da evolução do personagem: Pois bem, eu posso ser o único a achar isso, mas vejo claramente um desgaste cada vez maior em Jack Bauer, que explodiu no fim da 6ª temporada, e vem aumentando a medida que ele passa a se preocupar com sua família (leia-se sua filha-mala Kim Bauer). É para mim, um personagem meticulosamente desenvolvido e subestimado, como é o ator Kiefer Sutherland, e como a série é até hoje.

E além de tudo isso, “24″ é uma série bem feita, tanto na parte técnica quanto na parte narrativa, usando bem os dois aspectos para criar histórias convincentes e aflitivas sem escorregar nas cafonices dos filmes B de ação.

Episódios Prediletos: (1×24) 11:00 p.m.-12:00 a.m., (2×15) Day 2: 10:00 p.m.-11:00 p.m., e (7×12) Day 7: 7:00 p.m.-8:00 p.m.

 

TOP 100 – Parte 4 29 29UTC janeiro 29UTC 2010

Arquivado em: Melhores Episódios da Década — L. Vinicius @ 19:18

70) Dr. Horrible – Dr. Horrible’s Sing Along Blog (Act III)

Diretor: Joss Whedon

Roteiristas: Joss Whedon & Zach Whedon

O 3° ato da sensacional saga do Dr. Horrible certamente é uma das coisas mais engraçadas que eu já vi, sem desmerecer os dois episódios anteriores. Como era o final da micro-série, vimos a última chance do carismático doutor em salvar a Terra do malvado Capitão Hammer. Com a sempre ótima atuação de Neil Patrick Harris e um incrível timing cômico de Nathan Fillion (um ator que eu gosto desde a finada “Two Guys, a Girl and a Pizza Place”), essa maluca produção do mestre Joss Whedon deixou um gosto de quero-mais muito grande em mim. Que tal uma segunda-temporada?

69) Pretty/Handsome (1×01) – Pilot

Diretor: Ryan Murphy

Roteiristas: Ryan Murphy & Brad Falchuk

Os fãs de “Glee” podem comemorar essa tentativa falha de Ryan Murphy em emplacar um novo sucesso. Se o piloto de Pretty/Handsome fosse comprado por qualquer canal americano, provavelmente Glee nunca teria saído do papel. E que pena que esse projeto não deu certo! Joseph Fiennes, de “Flashforward” fez a melhor atuação de sua vida encarnando o pai de família que tem impulsos femininos, além do roteiro espetacular de Ryan Murphy, que em muitas vezes me fez lembrar (positivamente) de “Six Feet Under”, pela complexidade dos personagens. Essa seria uma série que eu estaria vendo até hoje.


68) The Closer (4×13) Power of Attorney

Diretor: Rick Wallace

Roteirista: James Duff & Michael Alaimo

De novo, e pela última vez, “The Closer” aparece na lista, já que esse é o meu episódio predileto da série, onde Kyra Sedgwick estava fenomenal e os convidados especiais também. Na verdade eu não sei quem estava melhor: Billy Burke na pele do advogado Phillip, ou James Jordan pelo atormentado Chris. O que eu sei é que o advogado e seu cliente foram um dos maiores “vilões” que já passaram pela série, e a conclusão do episódio foi a melhor de toda a série.


67) In Treatment (1×37) Alex: Week 8

Diretor: Paris Barclay

Roteiristas: Rodrigo García & Brian Goluboff

Esse é de longe o melhor episódio da curta história de “In Treatment”. E um episódio em que o paciente citado, Alex, não participa, já que está morto. Cabe ao seu pai, interpretado pelo fantástico Glynn Turman, acertar as contas com o psicanalista que possivelmente ajudou o processo de autodestruição de Alex, mesmo que indiretamente. Pronto. Meia-hora vendo uma batalha de interpretações soberbas e um roteiro magnífico.


66) 30 Rock (3×16) Apollo, Apollo!

Diretor: Millicent Shelton

Roteiristas: Tina Fey & Robert Carlock

Poucas séries hoje em dia abordam a realidade como “30 Rock” (pra falar a verdade, a única era “Flight of the Conchords”, que já morreu). Tudo o que acontece nos corredores da NBC fictícia é tão surreal que parece até um universo paralelo ao nosso. Mas nesse episódio de 30 Rock onde todas as piadas funcionaram, mesmo com viagens espaciais de mentira, fantoches, vômitos e comerciais de tele-sexo, o que mais me marcou no conjunto da obra foi a busca de Jack Donaghy pela felicidade que ele tinha na infância,o que até me emocionou em um certo ponto. Já é um clássico da série!


65) Big Love (3×06) Come, Ye Saints

Diretor: Daniel Attias

Roteiristas: Melanie Marnich

Uma boa série dramática sempre tem um episódio road trip, mas eu nunca pude esperar que esse episódio de “Big Love” seria o melhor da série. Bill e sua família viajaram ao local de nascimento de Joseph Smith Jr., para que o patriarca tivesse um momento de solidão, em busca de uma orientação divina para guiá-lo em suas decisões. O momento de oração de Bill foi certamente a maior contemplação que a série propôs desde sua estreia, que laureou ainda mais esse perfeito episódio.


64) Battlestar Galactica (4×20) Daybreak: Part 2

Diretor: Michael Rymer

Roteirista: Ronald D. Moore

Algumas pessoas não gostaram do fim de “Battlestar Galactica”. É até aceitável discordar do fim de alguns personagens, mas eu simplesmente não consigo botar defeito em nenhuma cena da segunda parte de Daybreak. É lógico que a morte de Laura foi meu moomento predileto acho que de toda a série, mas até a cena final com Baltar e Six eu achei estupenda. Um dos melhores finais de qualquer série.


63) Everybody Loves Raymond (5×01) Italy: Part 1

Diretor: Gary Halvorson

Roteirista: Philip Rosenthal

“Everybody Loves Raymond” poderia facilmente entrar numa lista de melhores da década, já que a série teve nove temporadas, e cinco delas no século 21. Porém a série ficou desgastada, sobrando poucas temporadas a serem admiradas. A quinta temporada do show é um exemplo, e o primeiro episódio é para mim além do melhor da quinta temporada, o melhor da série, onde Ray vai para a Itália com a família passar o aniversário de Marie, e Doris Roberts fez talvez seu melhor episódio em toda a série.


62) Frasier (11×03) The Doctor is Out

Diretor: David Lee

Roteirista: Joe Keenan

Não pensem que eu acompanhei as 11 temporadas de “Frasier”. Mesmo sendo uma série premiadíssima, nunca conseguiu se fixar em minha preferência. Porém, na sua última temporada, eu dei uma chance a série e não me arrependi. Esse episódio está para a série assim como “LA X” está para “Lost”, ou seja, o início do fim. Dr. Frasier  começa sua amizade com Burke (em um bar gay) tentando descobrir se o namorado de Roz é gay e a partir daí se inicia o processo de mudança de atitude do psiquiatra-radialista. Vale também pelos bons momentos em que todos passam a achar que Frasier é gay.


61) 3rd Rock From the Sun (6×20) The Thing That Wouldn’t Die

Diretor: Terry Hughes

Roteirista: Christine Zander

Se você viu John Lithgow pela primeira vez em “Dexter”, assim como Ted Danson em “Damages”, mil pontos a menos para você na escala seriemaníaca (ou pelo menos na parte da vanguarda). Enquanto Arthur Forbisher (e seu topete estiloso) era o queridinho da jurássica “Cheers”, o Trinity Killer (e Joseph Gordon-Levitt, que hoje é sucesso em (500) Dias com Ela) nos fazia rir como o patriarca da família de aliens que vêm à Terra para ganhar conhecimento dos costumes do nosso estranho planeta. No fim da série, a adorável família deve partir de volta, mas antes disso armam uma super festa de despedida, com direito até a Elvis Costello. Emocionante, mas impagável!