TOP 100 – Parte 5 8 08UTC fevereiro 08UTC 2010
Diretor: Ron Lagomarsino
Diretor: Barry Sonnenfeld
Diretor: Pamela Fryman
Diretora: Arlene Sanford
Diretor: Matthew Weiner
Diretor: Alan Ball
Diretor: Ernest R. Dickerson
Diretor: John Patterson
Roteirista: David Chase & Robin Green
Diretor: Bill Gierhart
Os 10 Melhores Episódios Dramáticos de Janeiro 5 05UTC fevereiro 05UTC 2010
10° Lugar: Damages (3×01) – Your Secrets Are Safe
Embora com algumas introduções no mínimo cafonas na parte técnica, esse início de “Damages” foi novamente tenso, com um novo caso desafiador a Patty Hewes e a vida de Ellen longe da antiga chefe. E o que realmente surpreendeu foi a importância merecida dada ao personagem de Tate Donovan, o fiel Tom Shayes, que já aparece com um destino trágico a acontecer depois de 6 meses. E, como já é de costume, Glenn Close arrasou, assim como Lily Tomlin e Martin Short.
9° Lugar: House (6×09) Wilson*
Mesmo com uma temporada bem ruim, “House” nunca se esquece de entregar episódios-eventos, que podem ou não mudar o rumo da série. Esse, mesmo com muita qualidade, não mudou em nada o rumo que a história adotou desde a premiere. Valeu pelo espaço dado ao competente Robert Sean Leonard, e a competente direção de Lesli Linka Glatter.
8° Lugar: Big Love (4×01) – Free at Last
Outro início de temporada, agora de “Big Love”. O episódio foi sim atribulado, como eu já disse antes, mas não se pode deixar de ressaltar a qualidade do roteiro, que consegue mesclar histórias mirabolantes como a do tráfico de perequitos e da morte de Roman Grant, com críticas severas à sociedade. E caso nada disso dê certo, só a atuação de Chloë Sevigny já é motivo para ver o episódio.
7° Lugar: Fringe (2×13) – What Lies Below
Vai episódio, vem episódio, e “Fringe” continua seguindo a mesma linha de colocar episódios isolados para depois colocar outro episódio com alguma informação sobre os mistérios da série. Isso não me empolgava na primeira temporada. Porém, tenho a impressão que a série está muito mais arrojada e interessante nesta segunda temporada, sendo isso evidenciado até mesmo nos episódios isolados. Prova disso é “What Lies Below”, que trouxe uma trama muito interessante mostrando uma ameaça biológica, e a interação de Walter e Peter (com mais uma atuação formidável de John Noble). Com um episódio assim, os acontecimentos bombásticos na Massive Dynamic, os Observadores e William Bell podem ficar pra depois!
6° Lugar: Grey’s Anatomy (6×08) – Invest in Love*
“Grey’s Anatomy” fechou seu arco de excelentes episódios sem Meredith-Izzie com esse, que talvez seja o único, a mostrar tantos minutos destinados a Dra. Arizona Robbins. Mesmo que eu ainda tenha uma certa antipatia pela personagem, vê-la enfrentando o mala-chief daquele jeito, e ainda nos fazer sofrer com mais um caso da pediatria (até quando sentirei pena de crianças doentes?) foi uma esperta sacada de Shonda Rhimes para nos fazer esqueçer um pouco que a Anatomia de Grey está sem a Grey. Mais um ótimo episódio.
5° Lugar: 24 (8×04) – Day 8: 7:00 p.m. – 8:00 p.m.
De todas as quatro horas que formaram uma verdadeira maratona do dia de Jack Bauer, essa foi com certeza a melhor. A missão de Jack Bauer em protejer o presidente ganhou reviravoltas ótimas envolvendo Hassan, e lógico, a f*cking-crazy Renee, que com uma única cena, conseguiu deixar muitas torturas de Jack Bauer no chinelo!
4° Lugar: Friday Night Lights (4×10) – I Can’t
Olha, demorou, mas demorou MESMO para que eu simpatizasse com as caras novas de “Friday Night Lights”. Os únicos episódios acima da média nessa temporada pra mim foram aqueles que envolviam dramas da família Taylor, além do fantástico “The Son”. Mas, eis que enfim, com esse emocionante episódio, eu me rendo a luta de Vince Howard por uma melhoria de vida sua e de sua mãe drogada e Becky com sua gravidez. Até que enfim o outro lado de Dillon me conquistou!
3° Lugar: Big Love (4×02) – The Greater Good
“Big Love”, ao meu ver, funciona muito mais quando trata das relações humanas no vilarejo de Juniper Creek, ao invés de tantas loucuras que às vezes parecem ser colocadas lá só para causar um desconforto imediato no telespectador. Porém, nesse episódio, a série conseguiu um efeito contrário, lidando bem com situações simples e emocionantes, como a tentação de Alby Grant vista de uma maneira mais psicológica, os planos de Bill para o senado e o casamento de Sarah com Jesse Pinkman Scott.
2° Lugar: The Good Wife (1×11) – Infamy
“The Good Wife” mostra semana após semana que é uma série completa, com drama, reviravoltas, atuações brilhantes e até um pouco de comédia. Mais uma vez dosando com perfeição o que acontece no caso Florrick e o que acontece na firma de advocacia de Alicia, o episódio mostrou um arrogante âncora de TV que faz de tudo para influenciar a opinião pública no caso do sequestro de uma criança que envolvia a mãe, cliente da firma, que se matou de tanta pressão. Com mais uma perfeita atuação de Julianna Margulies, “The Good Wife” atingiu o nível de qualidade que até minha queridinha “Boston Legal” não chegava com tanta facilidade.
1° Lugar: Caprica (1×00) – Pilot
No momento em que Zoe olhava com estranheza toda a devassidão que ocorria na festa online, eu já sabia que “Caprica” era uma série diferente. É um spin-off de Battlestar Galactica, sim, e isso talvez possa ter causado um certo preconceito pela parte dos que não eram fãs da (melhor) série sci-fi de Ronald D. Moore, mas na minha opinião, até quem não viu Battlestar Galactica pode conferir o piloto da série, que é genial pelas interpretações e pelo roteiro, sendo os fantásticos efeitos especiais um “mero detalhe”. Este longo episódio é, até agora, o maior sopro de originalidade do ano.
Os 10 Melhores Episódios Cômicos de Janeiro 4 04UTC fevereiro 04UTC 2010
10° Lugar: Ugly Betty (4×12) – Blackout!
Fiquei muito desapontado com o cancelamento de “Ugly Betty”, mesmo sabendo que a série não duraria muito. E o último episódio exibido antes do cancelamento da série mostrou que a série ainda tinha gás para algumas temporadas. Mesmo sem muitos momentos engraçados, o que me conquistou no episódio foi o roteiro afiado principalmente nas cenas de Marc e Betty. Uma pena que uma série que começou tão laureada tenha um fim tão obscuro.
9° Lugar: How I Met Your Mother (5×13) – Jenkins
Todo mês tem uma série que ganhou destaque. Esse mês, que foi regular na comédia, foi de “How I Met Your Mother”, que nem precisou se esforçar muito. Nesse episódio, por exemplo, só a participação da Amanda Peet já rendeu bons momentos, e somando-se a brincadeira do “but… hum”, e aí está a fórmula do sucesso.
8° Lugar: Modern Family (1×13) – Fifteen Percent
Segundo Mitchell, a chance de uma pessoa mudar é de no máximo 15%. Sem alterar quase nada na composição dos personagens, “Modern Family” fez um episódio que novamente não conectou muito as tramas das três famílias, mas mesmo assim, quando Ed O’Neill encena com Jesse Tyler Ferguson, ou uma simples participação de Eric Stonestreet com Sofia Vergara, existe tanta química entre os atores que parece até que todas as histórias estiveram interligadas desde o princípio.
7° Lugar: Parks and Recreation (2×14) – Leslie’s House
Nos últimos episódios, “Parks and Recreation” está cada vez mais longe do departamento de parques e jardins de Pawnee. E talvez essa pequena mudança fez até bem pra série, já que mesmo fora do trabalho, a loucura herdada daquele ambiente está incravada em cada personagem. Nesse episódio, Leslie avança seu relacionamento com Justin o convidando para um jantar a sua casa. E é isso. Mais ou menos duas horas se passam e essa é a única trama do episódio todo. E com a desenvoltura da Amy Poehler não se precisa de mais nada.
6° Lugar: Community (1×14) – Interpretive Dance
Não canso de elogiar a parte técnica de “Community”, que de longe é a melhor da safra cômica desta temporada. Montagem e trilha-sonora, principalmente, estão sempre em sintonia e até aumentam a qualidade do episódio. Em um episódio com uma sequência de dança que envolvia Troy e Britta, porém, o que valeu mesmo foi o carisma dos atores e o roteiro que melhora a cada episódio. Juntamente com “Modern Family”, essa é a série com o melhor elenco, e a série mais constante da temporada.
5° Lugar: 30 Rock (4×10) – Black Light Attack
Não me levem a mal. Mesmo adorando todas as novas série que apareceram de 2009 para 2010, não há outra série que eu tenha mais vontade de ver do que “30 Rock”, que já conseguiu alcançar seu nível de excelência há muito tempo, e que de vez em quando volta a aparecer. Por mais que “Modern Family”, “Community” e cia. consigam mostrar ótimos episódios seguidos, há momentos que só “30 Rock” pode oferecer, e esse episódio está repleto desses momentos.
4° Lugar: Chuck (3×04) – Chuck vs. The Operation Awesome
O gancho deixado pelo terceiro episódio chegou a me irritar de tão imbecil e manipulador. Porém, como já é de costume, a série sabe muito bem amarrar histórias por mais bobas que sejam, e a operação para salvar Devon foi muito divertida. Um episódio que dosou muito bem comédia e ação, e que lembrou bastante a segunda temporada, a melhor da série até agora.
3° Lugar: The Office (6×13) – The Banker
Eu não entendi o motivo da apatia pelo episódio de volta de “The Office”, pois quando uma série transmite um episódio assim só para tapar buraco sem nenhuma explicação, aí sim merece o repúdio que vem sido dado a “The Banker”. Mas a série conseguiu mostrar um motivo muito bom para engatar todos os flashbacks, com a chegada do banqueiro interessado na empresa, tentando tirar alguma informação de Toby. E ainda teve o Computron, e o novo Stanley! Não foi um episódio memorável, mas ruim também não foi.
2° Lugar: Modern Family (1×12) – Not in My House
“Modern Family” reaparece no ranking, com mais um ótimo episódio, dessa vez, discutindo o que devemos deixar acontecer na nossa casa. Mais uma vez foi difícil escolher atores que se destacaram no episódio, já que a cada episódio eu tenho mais certeza que é um dos melhores elencos cômicos que eu já vi, sendo que Sofia Vergara conseguiu superar seus colegas de elenco por um suspiro com sua rivalidade pelo “el diablo”. E é claro que, como 99% das pessoas que assistiram o episódio, também fiquei com vontade de ganhar um cão-mordomo!
1° Lugar: How I Met Your Mother (5×12) – Girls vs. Suits
Eis o 100° episódio de “How I Met Your Mother”. Foi legendário? Não. O musical foi demais? Não. A mãe foi mostrada? Hum… só seu pé. Então qual a razão da qualidade do episódio. Oras, porque o episódio foi realmente bom, só não foi o que todos estavam esperando. Por mais que o musical foi totalmete descabido e Barney apareceu com mais uma historinha boba, não se pode negar que Lily, Marshall e Robin deram show no bar com o dilema da barwoman, além da trama de Ted, que tudo bem, não mostrou a mãe, mas trouxe uma participação ótima da Rachel Bilson. Foi sim, um grande episódio.
E de acordo com o último post: 3 03UTC fevereiro 03UTC 2010
… meu super-ranking de melhores séries dramáticas da última temporada seria:
Então… 2 02UTC fevereiro 02UTC 2010
Várias coisas pra comentar hoje:
Vamos dizer que “Big Love” começou um pouco reservada. O primeiro episódio foi atribulado até demais, com o show da Chloë Sevigny e muitas coisas pra contar em poucos tempo (e olha que são 50 e poucos minutos), e contando que toda a parte do cassino foi bem improvisada pelo roteiro, “Free at Last” foi um episódio muito bom, mas que poderia ter sido melhor, e o episódio seguinte “The Greater Good”, um episódio muito melhor, onde a morte do Roman Grant foi quase deixada de lado para que as trapalhadas de Bill fossem mostradas. Odeio o Bill. E agora ele quer entrar no senado para… uh… acabar com a perseguição à poligamia. Ah, tá. Mas teve o casamento da Sarah, que foi a coisa mais bonita dos três episódios.
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E “24″ foi outra série que voltou mas ainda tá sem gás. Não que os episódios tenham sido ruins, longe disso, mas acho que comparando esses 5 episódios com os 5 episódios da temporada passada, pouca coisa aconteceu. E a Renee voltou mas era melhor nem ter voltado. Uma participação especial já tava de bom tamanho, mas agora parece que ela vai ser uma versão mais chata do Tony Almeida na época em que ele era brotha do Jack. E a Starbuck Katee Sackhoff tá ridícula na série, acho que eu nunca vi uma história tão cafona assim na série, tipo, foge do namorado ciumento, é cúmplice de um assassinato, foge do namorado, e vai trabalhar na CTU? Sério?
E o Fred de Scooby-Doo sempre vai ser um péssimo ator, não importa em que série esteja. Nem idade ele tem pra trabalhar na CTU, e ainda quer jogar aquela interpretação manjada de filme B de ação? Mais um que pode morrer e eu não sentirei falta.
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E pra compensar as estreias que não foram lá essas coisas, o piloto de “Caprica” foi demais. Já vi o segundo e deu uma piorada, mas a impressão deixada pelo piloto foi de um novo começo para a saudosa “Battlestar Galactica”.
Embora longo, o piloto nunca decepciona, com diálogos afiados, interpretações incríveis e bastante ação e efeitos especiais de cair o queixo. Zoe, a personagem principal, é ao mesmo tempo carismática e complexa, com seu grupo religioso e seus objetivos. E caso a personagem em si não fosse lá um atrativo interessante, o jovem William Adama protagonizou a cena mais emocionante do piloto, quando ele abraça o pai.
Enfim, é uma maravilha de episódio, e eu realmente não me importei com a queda de qualidade no episódio “Rebirth”, pois tenho certeza que a situação será revertida em um episódio melhor ainda.
Frak!
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Enfim, “Damages”. Uma série que se a qualidade do episódio não compensa, as atuações compensam. E se nem as atuações compensam, o cliffhanger compensa.
Pois bem, pela premiere já dá pra saber qual vai ser o rumo que a temporada vai tomar. Lily Tomlin e Glenn Close vão duelar em todas as cenas em que participarem e a família corrupta do Len Cariou (que falou umas… 5 frases no episódio todo) vai atormentar a vida de Patty. E o mais engraçado de todo o episódio foi a personagem da Lily Tomlin dizendo que “a advogada não é assim tão astuta”. Pobre Lily.O assassinato de Tom também me deixa confuso, mas esse assunto vai ser uma daquelas histórias que só seram clareadas lá pro 10° episódio, e tomara, que com mais imaginação do que foi feito na 2ª temporada.
Mas… o que foi aquela sequência inicial? Quase ridícula, com flashbacks de toda a história com aquela música idiota no fundo. E o que a sequência final? Por um instante eu achei que estavam dando tiros à bala perdida na minha casa, já que os sons altos destoaram por completo da cena final, que foi arrebatadora. Mas com total esperança para o próximo episódio.
E toda vez que eu vejo o Martin Short eu penso que ele vai fazer uma piada. Sério.
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Também, quero deixar minha alegria pela loucura da HBO. Além de “Boardwalk Empire”, “Treme”, “Game of Thorns”, “How to Make It in America (mais conhecido como Entourage 2)” e “The Pacific”, o canal ainda irá:
Ordenar um piloto de uma série que será dirigida pelo David Fincher, com a Charlize Theron, sobre serial-killers. Aí você para e pensa: o cara que fez “Se7en” e “Zodíaco” (filmes sobre serial-killers), vai fazer uma série sobre serial-killers. Com a Charlize Theron no papel principal. E ainda dizem que Aaron Sorkin pode escrever o piloto. Na HBO. Alguma expectativa?
E ainda tem um projeto com o Russell Crowe e a Maria Bello. Então tá bom.
E ainda tem a terceira temporada de “In Treatment”. E a terceira temporada de “True Blood”. E “Bored to Death”. E… “Hung” (ah, vai é legalzinha).
It’s not TV. It’s HBO.
* * *
E hoje tem “o começo do fim”. Fico meio bobo com todo esse frissom com a última temporada de “Lost”, e claro que não vou ficar de madrugada esperando torrent, então boa sorte aos bravos!
* * *
Indicados ao Oscar? Não, obrigado.
Meus 10 Filmes Prediletos de 2009 1 01UTC fevereiro 01UTC 2010
No fim do ano publiquei uma lista com os 10 melhores filmes que eu vi no ano. Pois bem, o ano já acabou, mas alguns filmes que eu vi ainda não estrearam no Brasil, e graças aos meus queridos e espertos torrents eu vi pelo computador (nada melhor do que bastante tempo livre, não?). E além disso, sem querer falar nisso, o Oscar é amanhã, né? Pois bem, abaixo, a lista:
MSD: 9° LUGAR: Life on Mars UK (2006-2007) 31 31UTC janeiro 31UTC 2010
Criadores: Matthew Graham, Tony Jordan & Ashley Pharoah
Emissora: BBC
Estou sem tempo, pois vou dar uma saidinha rápida e volto num instante. Para acelerar um pouco, leiam o review que eu fiz em um post antigo sobre séries policiais. Vou deixar apenas meus episódios prediletos:
Episódios Prediletos: (1×08) Episode 1×08, (2×05) Episode 2×05, e (2×08) Episode 2×08.
MSD: 10° LUGAR: 24 (2001-????) 30 30UTC janeiro 30UTC 2010
Criadores: Robert Cochran & Joel Surnow
Emissora: FOX
“24″ é a série do contrário pra mim. Concretizaram três conceitos para a série desde a primeira temporada que eu não vejo muito com bons olhos. Eis minha revenga:
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Dizem que a série é republicana, no mau sentido, como forma de enaltecer o sistema Bush: OK, eu concordo que George W. Bush pode ter sido o pior governante da história e tal, e mesmo que eu seja simpatizante do presidente Obama, vamos combinar que os serviços prestados por Jack Bauer para a CTU continuam sendo efetuados em vários lugares do mundo, com ou sem Obama.
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Dizem que a série abusa da violência para revigorar o ideal “vingativo” dos Estados Unidos após os ataques do dia 11 de Setembro: Caso isso fosse realmente verdade, teríamos uma verdadeira quebra de construção da imagem criada pelo próprio governo estadunidense quando começou a enviar tropas ao Afeganistão. Jack Bauer em inúmeras vezes age pelo próprio instinto e passa por cima da sua própria bandeira para salvar a população, já que pensa como um funcionário que deve fazer de tudo para conseguir seus objetivos, e sim, é vingativo, mas não ao ponto de corromper ou mudar seu estilo de agir.
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A série se concentra no formato e esquece da evolução do personagem: Pois bem, eu posso ser o único a achar isso, mas vejo claramente um desgaste cada vez maior em Jack Bauer, que explodiu no fim da 6ª temporada, e vem aumentando a medida que ele passa a se preocupar com sua família (leia-se sua filha-mala Kim Bauer). É para mim, um personagem meticulosamente desenvolvido e subestimado, como é o ator Kiefer Sutherland, e como a série é até hoje.































