Blog do Kalifa

Séries, séries e mais séries!

E de acordo com o último post… 7 07UTC Janeiro 07UTC 2010

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 23:27

… meu super-ranking de melhores séries cômicas da última temporada seria:

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Balanço da Temporada 2008/2009 – Séries Cômicas 7 07UTC Janeiro 07UTC 2010

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 22:37

Então, por algum milagre de começo de ano (milagre mesmo), apareceu em uma pasta do meu computador a lista de notas das séries da temporada passada que eu fiz para o meu antigo blog. Enfim, como a lista é grande, vai demorar um pouco para eu postar as notas das séries dramáticas, mas pra quem tem curiosidade e tempo livre pra ver uma lista tão grande, ficam as notas das séries cômicas:

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MSD – 28° LUGAR – The Shield (2002-2008) 7 07UTC Janeiro 07UTC 2010

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 16:35

Emissora: FX Networks

Criador: Shawn Ryan

Acho que depois da estreia (e buzz) de C.S.I., acho que todos os executivos existentes na face da Terra quiseram realizar uma versão mais próxima da realidade e que não fosse tão sem charme. Pois bem, tirando The Wire, que pra mim nem é série policial de tão psicológica, dentre todas as que apareceram, a mais famosa talvez seja The Shield.

O esquema é o mesmo: casos da semana, investigação difícil, e resolução fantástica no fim. Mas The Shield, assim como The Closer, não se contentava só com o modus operandi convencional. Os casos da semana, sempre violentíssimos, com requintes de crueldade de arrepiar os pêlos do braço; a investigação, conduzida pelo detetive Vic Mackey (Michael Chicklis, ótimo), violento, intransigente, grosso e regido pelas próprias regras, onde bandido bom é bandido morto; e as resoluções, secas e sem muitas revelações. E era sensacional.

Embora lá pro meio da série (depois da segunda temporada, até a quinta) a coisa ficou meio chata, e Mackey começou a ficar bonzinho demais, as duas últimas temporadas foram brilhantes, e os dois últimos episódios, perfeitos.

Episódios Prediletos: (1×06) Cherrypoppers, (2×11) Inferno, e (7×12) Possible Kill Screen

 

MSD: 29° LUGAR – Sex and the City (1998-2004) 7 07UTC Janeiro 07UTC 2010

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 14:39

Emissora: HBO

Criador: Darren Star

Até hoje, séries como “Lipstick Jungle”, “Cashmere Mafia”, e até a antítese “Man of a Certain Age”, aparecem na TV para dar segmento ao estilo que a série de Sarah Jessica Parker e cia. criaram. Há uma grande expectativa até hoje para ver qual será a sucessora de Sex and the City.

Carrie, Samantha, Charlotte e Miranda usavam roupas chiques, sapatos chiques, tinham uma vida que muita mulher pediu a Deus, mas isso não era necessário. A história (que já virou moda nas séries adolescentes) da mulher bem-sucedida que não encontra felicidade nos relacionamentos nunca foi tão bem trabalhada, com um roteiro ágil, que não subestimava a inteligência do telespectador, mostrando que o consumismo é a proteção e a arma da sociedade, principalmente a essas pobres mulheres ricas.

Episódios Prediletos: (1×11) The Drought, (3×12) Don’t Ask, Don’t Tell, (4×02) The Real Me, e (6×04) Pick-A-Little, Talk-A-Little.

Obs:  Mesmo fresquinho na minha memória, o episódio (1×11) The Drought foi exibido originalmente na década passada, mais precisamente em 1998. Em seu lugar, escolhi o episódio (4×02) The Real Me.

 

TOP 100 – Parte 1 7 07UTC Janeiro 07UTC 2010

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 2:45

100) Everwood (1×01) – Pilot

Diretor: Mark Piznarski

Roteirista: Greg Berlanti

A sensação que muita gente sentiu quando viu o piloto de “Gossip Girl” talvez tenha sido a mesma que a minha ao ver o piloto de Everwood: série descompromissada, teen e cool até não querer mais. Pois bem, o resto da série foi um lixo, com atuações péssimas e um roteiro ridículo, mas sempre é bom relembrar a sensação causada por um ótimo piloto.

99) The Big Bang Theory (2×11) – The Bath Item Gift Hypothesis

Diretor: Mark Cendrowski

Roteirista: Chuck Lorre & Bill Prady

Hilário, do início ao fim, esse episódio de The Big Bang Theory foi meu sopro de alívio para o estilo sitcom, que andava morno e recalcado. Além da referência geek a Star Trek, o mais legal foi poder finalmente perceber como Jim Parsons é bom ator.

98) The Closer (2×05) – To Protect & To Serve

Diretor: Elodie Keene

Roteirista: Adam Belanoff

The Closer nunca renegou suas raízes de série policial, mas como prova de que a série sempre vai além de sua premissa, um episódio que trata de um dos maiores clichês da história das séries policiais (quando um dos detetives do departamento se envolvem em um crime, no caso aqui, Provenza), The Closer mostra um roteiro inteligente, com aprofundações psicológicas interessantes, e mais um desfecho de tirar o chapéu. Nem preciso falar da Kyra Sedgwick, né?

97) Angel (5×14) Smile Time

Diretor: Ben Edlund

Roteirista: Joss Whedon & David Greenwalt

Angel é uma daquelas séries que você sabe que é ruim, consegue perder a conta de quantas vezes o personagem principal fez o que você achou que ele iria fazer, e sabe que seu ator principal é um canastrão de carteirinha, mas não consegue largar. Reparem: nesse episódio, Angel (David Boreanaz, o agente bobo de “Bones”) e sua gang bocó, tentam acabar com uma gang de marionetes (!) que enfeitiçam crianças (!!) que assistem aos seus shows (!!!). Em uma luta contra uma marionete (!!!!), Angel é transformado em um fantoche (K.O.). Dá pra rir do começo ao fim, reparando nas sacadas geniais que Joss Whedon sempre coloca. E depois dizem que “The Middleman” era original…

96) Malcolm in the Middle (4×03) – Family Reunion

Diretor: Ken Kwapis

Roteirista: Linwood Boomer & Alex Reid

“Malcolm” talvez tenha sido a melhor série familiar da história da TV. O relacionamento de Malcolm com os pais lembram o de Angela na saudosa “My So-Called Life”, mas o roteiro é menos ácido. Uma “Modern Family” melhorada. E nesse episódio, o quesito que talvez mais exalte Modern Family, o elenco, foi primordial para a qualidade alcançada. Com todos da família reunidos (até o sumido Francis), a série mostrou como consegue tirar situações hilárias, mesmo sem uma premissa tão destemida, só focada nos diálogos. E eu nem preciso falar da Jane Kaczmarek, né?

95) Weeds (4×05) – No Man is Pudding

Diretor: Craig Zisk

Roteirista: Jenji Kohan & Rolin Jones

Arrisco a dizer que este foi meu episódio predileto da série, que mesmo sendo altamente elogiada, nunca me conquistou por completo. É lógico que um momento singular, como a cena em que Nancy faz Celia perder o dente, ajuda o episódio a ficar na memória, mas tudo estava tão conectado e solto ao mesmo tempo, que ao fim dos 20 e tantos minutos, eu tive que ficar alguns segundos na frente do PC para digerir o que tinha acabado de ver.

94) True Blood (1×06) – Cold Ground

Diretor: Nick Gomes

Roteirista: Allan Ball & Raelle Tucker

Depois do estupendo “Sparks Fly Out”, eu achava difícil que a série emplacasse algum episódio a altura do anterior. E não é que conseguiu? Cold Ground adotou uma narrativa mais cadenciada e dramática que o anterior, para apaziguar a quantidade de coisas que aconteceram anteriormente, tanto que os melhores momentos de “Cold Ground” foram sentimentais, e não radicais, já que para mim é impossível não se lembrar da cena de Sookie comendo a torta de sua avó, e a primeira noite de amor da própria Sookie com o vampiro Bill.

93) The Flight of the Conchords (2×10) – Prime Minister

Diretor: James Bobin

Roteirista: Jermaine Clement & Bret McKenzie

Uma comédia por qual eu não dava nada a alguns anos, se revelou uma das coisas mais engraçadas que eu já vi. Sem episódios com um primor estético, a série dos desbravadores neozelandeses na América além de ter como alicerce os talentosos Bret McKenzie e Jermaine Clement, nesse episódio a série introduziu também os incríveis talentos dos atores Art Garfunkel (de Ânsia de Amar), Mary Lynn Rajskub (a Chloe de 24 Horas) e Brian Sergent (perfeito no papel).

92) Friday Night Lights (3×13) – Tomorrow Blues

Diretor: Jeffrey Reiner

Roteirista: Peter Berg & Jason Katims

Se esse episódio fosse realmente o series finale que todos imaginavam até um certo ponto, a série acabaria em grande estilo. Todas as sub-tramas adolescentes, como a de Tyra e Lyla, usando o tema da escolha das universidades e ainda deixou um ótimo gancho para o Coach Taylor em Dillon, já que o treinador passara para o outro lado da cidade, indo treinar o East Dillon High. Tudo isso da maneira sutil e emocionante como só a série consegue fazer.

91) Breaking Bad (2×12) – Phoenix

Diretor: Colin Bucksey

Roteirista: John Shiban

Embora “Negro Y Azul” tenha adotado um ritmo mais macabro, aqui prefiro um episódio mais bem roteirizado e dirigido, como foi “Phoenix”. A família de Walter cada vez mais desestruturada, mais uma atuação surpresa de Bob Odenkirk como o ótimo Saul, e a cena emocionante entre Jesse e Jane, todos esses fatores, além de mais informações sobre a queda do avião, mostraram como Breaking Bad consegue lidar com assuntos tão pesados de maneira tão honesta. E nem preciso falar do Bryan Cranston, né?

 

TOP 100 Episódios da Década: Esclarecimentos 6 06UTC Janeiro 06UTC 2010

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 0:13

O próximo post que eu postarei (dãh) será o primeiro da série dos 100 melhores episódios da década. Antes, mais alguns esclarecimentos:

  • Os 100 episódios serão ordenados do 100° Lugar ao 1° Lugar.

  • Acho que todas as séries de qual eu gosto conseguirão colocar pelo menos um episódio no ranking. Algumas séries conhecidas que não emplacaram aqui (e que num rápido ligue-ligue, percebe-se que não gosto delas) são: Supernatural, One Tree Hill, Prison Break, The 4400, etc.

  • Os posts apresentarão cada um 10 episódios.

  • Não será uma lista repleta de series finale, ao contrário, tentei filtrar o máximo que pude.

  • Ah, e na preguiça de escrever muito, a abreviação de “100 Melhores Episódios da Década” será “Top 100″

Obrigado pela atenção.

 

MSD: 30° LUGAR – Love Monkey (2006) 5 05UTC Janeiro 05UTC 2010

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 15:30

Emissora: CBS

Criador: Michael Rauch

E então? Alguém lembrou? A fotinha aí em cima não é familiar? Bom, essa é “Love Monkey”, uma comédia que surgiu no mesmo ano em que 30 Rock estreiou, e acreditem, era melhor que a própria primeira temporada de 30 Rock.

Era um daqueles projetos que nascem para morrer, como aconteceu com “Ed”, “Knights of Prosperity” e a recente “Trust Me”, todas legais, mas em emissoras bunda. O que os tubarões da CBS não imaginavam é que a série seria tão boa, rendendo um episódio melhor que o outro, traçando um estilo de comédia leve, com tiradas engraçadíssimas e sutis, uma sensação melhor que os episódios da primeira temporada de “Ugly Betty”.

É uma história que trata da essência masculina, onde o protagonista é Tom Farrell (Tom Cavanagh, ótimo), que trabalha como executor de um gravadora, e nos seus 30 e poucos anos, alterna namoradas e projetos de música. Além dele também ganham destaque o cunhado Mike (Jason Priestley, também ótimo), e os amigos Shooter Cooper (Larenz Tate), um ex-astro do beisebol, e Jake (Christopher Wiehl), o típico galinha. Todos os personagens masculinos, e até as personagens femininas, são englobados de maneira perfeita no estilo de Nova York, e nos simpatizamos rapidamente com todos os personagens, mesmo com o número medíocre de episódios, 8 no total. E além do roteiro cool, a trilha sonora era um show a parte. Pena que coisas assim não têm vez na TV aberta americana…

Episódios prediletos: (1×01) Pilot, (1×03) Confidence, e (1×08) Coming Out.

 

Melhores Séries da Década: Esclarecimentos 5 05UTC Janeiro 05UTC 2010

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 14:51

O próximo post que eu postarei será o primeiro da série das 30 melhores séries da década. Antes, alguns esclarecimentos:

  • Serão 30 séries ordenadas do 30° lugar ao 1° lugar.

  • Algumas séries que ficaram de fora por muito pouco: Firefly, Freaks and Geeks, Joan of Arcadia, Grey’s Anatomy, Desperate Housewives, The Flight of the Conchords e Entourage.

  • Eu escolhi por preferência séries que já terminaram, então não estão na lista séries como Breaking Bad, Damages e True Blood.

  • Como eu não quero perder tempo, ao invés de escrever “Melhores Séries da Década” em todos os posts, vai ficar a sigla MSD.

  • Não reparem o fanatismo nos comentários.

Obrigado pela atenção.

 

Melhores Séries, Episódios e mais um ranking 4 04UTC Janeiro 04UTC 2010

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 12:48

Pois bem, agora que as festas já passaram, é hora de trabalhar, e nesse mês de janeiro, eu decidi fazer um balanço da década. Nesse balanço, eu vou intercalar dois rankings: as 20 melhores séries da década, e os 100 melhores episódios da década (na minha opinião, lógico). Lá pro fim do mês eu posto a lista dos meus filmes preferidos, mas eu ainda nem formulei a lista.

Com todos essas listas, eu decidi rever alguns episódios que eu pretendo considerar, e por isso talvez fique um pouco atrasado nas séries atuais (mas as estreias de Chuck e Big Love eu não perco por nada). Então, pela falta de tempo e vontade, os 10 melhores episódios de novembro vão ficar achatados nesse minúsculo post:

Melhores Episódios Dramáticos:

1) Dexter 4×12 – The Getaway

2) The Closer 5×15 – Dead Man’s Hand

3) Grey’s Anatomy 6×06 – I Saw What I Saw*

4) Friday Night Lights 4×05 – The Son

5) The Good Wife 1×10 – Lifeguard

6) Grey’s Anatomy 6×07 – Give Peace a Chance*

7) Fringe 2×10 – Grey Matters

8 ) The Closer 5×13 – The Life

9) Dexter 4×11 – Hello, Dexter Morgan

10) Friday Night Lights 4×06 – Stay


Melhores Episódios Cômicos:

1) Glee 1×13 – Sectionals

2) Californication 3×12 – Mia Culpa

3) The Office 6×11 – Scott’s Tots

4) 30 Rock 4×07 – Dealbreakers Talk Show #0001

5) Ugly Betty 4×08 – The Bahamas Triangle

6) It’s Always Sunny in Philadelphia 5×12 – The Gang Reignites the Rivalry

7) Desperate Housewives 6×04 – The God-Why-Don’t-You-Love-Me Blues*

8 ) Ugly Betty 4×09 – Be-Shure

9) Parks and Recreation 2×11 – The Fourth Floor

10) The Office 6×12 – Secret Santa

* episódios vistos pela TV

*                                              *                                                *

E antes que eu me esqueça, “Spartacus: Blood and Sand” é a coisa mais ridícula que eu vi desde Jericho. Só isso.

 

Um post de fim de ano, com gosto de festa e season finale, pra comentar tudo o que eu ainda não comentei 31 31UTC Dezembro 31UTC 2009

Arquivado em: Sem categoria — L. Vinicius @ 2:18

Então, sem mais delongas:

O finale de Dexter: Cabível no meu nível de perfeição, mas eu não fiqui boquiaberto, nem sem respiração, nem nada com o final. Foi suportável ver a Rita morta na banheira (e mais alguém acha que a cena foi super mal-enquadrada ou eu sou o único?), até porque os produtores velaram o fim a sete-chaves, parecia até fim de novela brasileira, a diferença é que aqui a Tititi sempre consegue descobrir o final. Pois bem, mesmo com a resolução ridícula do atirador da Debra, “Hello, Dexter Morgan” foi legal, e “The Getaway” foi sensacional. E tomara que o Dexter não tenha que cuidar dos filhotes malas da IrRita, seria uma herança cruel da irritante personagem. Foi uma quarta temporada bem irregular, mas com um final arrebatador (e eu já vi esse filme antes com a 5ª temporada de Lost).

A finale de Californication: Acho que estou completamente sozinho nessa, mas adorei o fim dessa terceira temporada, com Hank Moody voltando a ser a versão XXX do Larry David, e acabando na fossa novamente. E a cena da Becky contando para o pai o que aconteceu em “Zoso” foi sensacional, mesmo eu ainda achando a Madeleine Martin bem fraquinha.

A finale de It’s Always Sunny in Philadelphia: Não há nenhum episódio na história de IASIP que tenha sido ruim. Constrangedor sim, mas ruim nunca. E esse fim de temporada foi uma beleza de episódio, já que teve tudo o que eu gosto: Danny DeVito com sua pose de bêbado, Charlie com sua pose de maníaco, e o Glenn Howerton não fazendo caricaturas (o que, incrivelmente, ele fez em muitos episódios dessa temporada, chegando ao ponto de estragar alguns). Mas, estou confuso. A cada temporada que passa, cada vez mais os personagens vão ficando inteligentes e sarcásticos, o que me deixa preocupado. De séries inteligentes e sarcásticas, eu já tenho 30 Rock e The Office, não quero mais uma, mas pensando na possibilidade de ver Danny DeVito sarcástico já me enche os olhos… então, estou confuso.

Os episódios natalinos, analisando cada um: O de “The Office” foi meio confuso, tentando equilibrar um monte de histórias ao mesmo tempo, mas no geral foi ótimo. O de “Parks and Recreation” foi o piorzinho, e eu nem sei porquê, acho que foi a história do escândalo, que poderia ter rendido mais. O de “The Big Bang Theory” foi um pouco decepcionante, mas a Christine Baranski é sensacional e é isso o que importa (até porque achei a cena do beijo bem morna). “Community” e “Modern Family” apresentaram episódios legais, como de costume, mas faltou comédia e sobrou espírito natalino, que deixou as coisas meio conto-de-fadas. O de “30 Rock” se sustentou mais nas cenas isoladas, porque a historinha do Jack e da Julianne Moore foi mal conduzida, mesmo as atuações estarem muito boas. E a Jenna sangrando de raiva foi demais.


Minha iniciação com a segunda temporada de Sons of Anarchy: Um episódio muito bom, e outro bem over. Na season premiere, eu até simpatizei com a história proposta, mesmo achando que a “albificação” seja a coisa mais absurda que eu já vi fazerem sobre o neo-nazismo, tipo, uns caras super-ricos que, ao invés de combaterem os negros e latinos tirando suas oportunidades no mercado de trabalho comum, chegam a uma cidadezinha pequena para não deixar que os negros e latinos vendam drogas. É isso? E se, de repente, os negros e latinos começassem a… trabalhar honestamente? Fuém. Além de desprezíveis, os neo-nazistas agora são anti-elitistas. E no segundo episódio, meu ódio pelo Opie aumentou em 100%, graças a cena dos tiros à câmera lenta. E eu também odeio o pai do Opie, e o velinho que deu o vômito mais sem-graça da TV. E o que foi a cena em que eles decidem entrar para o ramo pornográfico? Credo, que coisa cafona. Ainda bem que a Jemma e a namorada do (mala) Jax sempre salvam todas as cenas de qual participam. E o Jax tem muita sorte, fala sério.


E o fim de temporada de The Closer: Eu nem sei mais porque eu fico na dúvida se The Closer vai entregar um episódio burocrático, tipo o Quentin Tarantino em C.S.I., ou um episódio sensacional, como foi esse “Dead Man’s Hand”, com Mary McDonnell e tudo .E o mais engraçado é que eu nem achava a McDonnell uma atriz magnífica em Battlestar Galactica, mas gostei de cara do seu personagem em The Closer (tirando seu uniforme policial, que fez a coitada parecer uma terceira integrante de “Chips”). Então, minha connstatação com essa ótima temporada, é que Brenda Leigh Johnson é minha Jack Bauer feminina. Nunca torcia tanto pra alguém desde Sidney Bristow. Brenda rules!

*                                           *                                               *

10 Melhores Filmes do Ano, parte final, agora sem “O Cavaleiro das Trevas”, que eu esqueci que vi no ano passado:

Pois é, eu não resisti a Avatar...

1) Avatar

2) Bastardos Inglórios

3) O Lutador

4) Quem Quer Ser um Milionário?

5) Milk – A Voz da Igualdade

6) Frost/Nixon

7) A Garota Ideal

8 ) A Partida

9) A Onda

10) (500) Dias com Ela

*                                        *                                      *

E no ano que vem, publicarei minha temida lista de 10 filmes preferidos da década, as 20 melhores séries da década, e tentarei criar minha conta no Twitter. Até lá! Feliz 2010!