Skip to content

Fringe, Mad Men, Dexter (enfim) e FlashForward :

3 03UTC outubro 03UTC 2009

fringeFringe 2×02 – Night of Desirable Objects (n/a): Não foi um episódio de todo ruim, mas as tramas paralelas, juntando com algumas cenas descartáveis, fizeram com que esse episódio não fosse além do regular. O que às vezes me estressa em Fringe é que parece que tem um roteirista que insiste em ultrapassar os limites do cool e o trash. Sério, foi até legal o lance do espelho na premiere, mas agora as cenas onde o espelho fica mostrando o além apertando a máquina de escrever é tãããão Ghost Whisperer… só agora percebi. E o que foi o menino-escorpião? Muito esquizito… quando ele sequestrou a Olivia, nem fiquei espantado, só conseguia reparar como aquilo tudo era conduzido para o super-trash, tipo, muito trash. Bom, tirando isso, teve a pescaria do Walter e do Peter, que foi até bonitinho, mas de novo não suportei a atuação gatinho-misterioso do Joshua Jackson, nem esse momento paternal me conquistou. Ansioso pelo próximo!

clip_imageclip_imageclip_image

madmenMad Men 3×06 – Guy Walks Into An Adversiting Agency (Christina Hendricks, January Jones, Kiernan Shipka, John Hamm): É mórbido achar engraçado a tragédia que ocorreu com Guy McKendrick, mas com toda a pompa que ele chegou, seu passeio por entre a agência de publicidade, e no final do episódio acabar sem um pé, foi um golpe brutal de humor negro da dobradinha ganhadora do último Emmy Matthew Weiner e Kater Gordon, além do Robin Veith. Sobre o episódio em si, foi um episódio movimentado, com a “invasão britânica” ditando o futuro da Sterling Cooper, com a possível mudança de Don para Londres, além da saída de Joan (que não pode sair da série) da empresa, já que ela esperava que o marido fosse promovido a cirurgião, o que não aconteceu, dando um rumo incerto à personagem. Além disso teve a filha de Don Draper, que fica cada vez mais abalada com o irmão, já que lembra instantaneamente do avô recém-falecido, com destaque para a atuação (de costume) da January Jones, que quase me fez acreditar que estava indo fora do roteiro, mas a insensibilidade aparente da mãe para com a filha é completamente explicada sem precisar usar muitas cenas. Com certeza o melhor episódio da temporada, e um dos melhores que eu já vi na série.

clip_imageclip_imageclip_imageclip_imageclip_image

dexterDexter 4×01 – Living the Dream (Michael C. Hall): Dexter começa sempre de forma nostálgica, com ótimos episódios em sequência, para no final, começar a degringolar. Foi assim na 1ª, onde o Ice Truck Killer virou um vilão cafona de novela, a segunda é incompatível com erros, porque ficou a um passo da perfeição, e a terceira acabou como se acaba todas as produções globais, com o antagonista morrendo, e um casamento muito rápido. E eis que se começa a quarta temporada, e como é de praxe, um iníco fantástico, com o novo antagonista da temporada (ótimo John Lithgow), Dex e sua família estruturada até a página 2, a volta de Lundy e sua caça ao Trinity Killer, além da sequência abertura fake, que foi ótima. Tudo bem que Deb confusa é muito chato, Laguerta in love é muito chato, Quinn muito chato, mas a sequência final com Dex vendo o pai na estrada, à la Six Feet Under foi matadora.

clip_imageclip_imageclip_imageclip_image

w14FlashForward 1×02 – White to Play (n/a): A minha maior aposta da Fall Season era FlashForward. Tinha alguma coisa de Lost, alguma coisa de filme B de ação, alguma coisa de filma A de ação, e tinha Joseph Fiennes e Sonya Walger. Depois desse segundo episódio, fiquei mais realista. A verdade é que, sim, o que eu mais temia aconteceu, os flashforwards já ficaram repetitivos logo no 2° episódio, e nem o da filha do Mark com aquele cara sinistro me empolgou, mas mesmo assim, continuo achando que a série dará o pulo do gato alguma hora. Mas enquanto essa hora não chega, é preciso: 1) Parar de colocar medo misturado com sou-o-Cara-dos-flashforwards nas falas do Mark. 2) Avançar a história da Olivia e fazer logo o carinha do seu flashforward faça algo de interessante. 3) Matar logo o Noh, que além de ser mal-interpretado, é cafona até dizer chega. 4 e último) Parar de imitar o CTU de 24 Horas com aqueles policiais toscos de filme B. Agora sim, com pés no chão e sem a euforia do piloto, é que a série vai realmente ter que ralar para conseguir audiência ou até figurar nas premiações.

clip_imageclip_imageclip_image

Anúncios

From → Sem categoria

Deixe um comentário

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: