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Os 10 Melhores Episódios de Novembro – Drama

9 09UTC dezembro 09UTC 2009

10° Lugar: Grey’s Anatomy 6×04 – Tainted Obrigation

Embora não seja um episódio com uma storyline principal tão boa, Tainted Obrigation deu início a volta de Grey’s Anatomy como um drama imperdível, que alcança ótimos momentos dramáticos. O pai de Meredith poderia passar o episódio inteiro falando de suas lamúrias de pai ausente para a filha abandonada, que nuca iria alcançar a sensibilidade com que Lexie tratou o asunto, e a personagem já se inclui no hall de minhas personagens preferidas. Vale também destacar as cenas com Sandra Oh, que é a melhor atriz da série até o momento, e rouba todas as cenas em que participa.  8,5

9° Lugar: V 1×04 – It’s Only the Beginning

Como o próprio nome do episódio já diz, esse é apenas o começo das revelações da série, portanto o quarto episódio da série pode sim ser considerado um filler, já que só mostrou a aproximação de Anna e Tyler, de Erica à Quinta Coluna, e uma explicação clichê, mas viável ao senso de heroísmo do padre Jack. E o fator determinante para eu ter adorado o episódio, novamente, foi os efeitos especiais de primeira com a explosão do galpão, a estrutura elétrica da nave, e o sensacional fim, com os possíveis “parentes” de Anna planados no espaço. 9,0

8° Lugar: Grey’s Anatomy 6×05 – Invasion

A fusão do Mercy West com o Seattle Grace foi uma ótima sacada, mesmo que seja para engatar o roteiro, ou minimizar a falta das atrizes que se ausentarão, a chegada dos novos médicos no hospital não poderia ter sido melhor. Mesmo que cada médico não fosse uma antítese do outro, o que seria de uma cafonice extrema, o desconforto foi eminente, e o espírito de competição, que gerou algumas cenas bobas com Karev, também rendeu ótimas cenas com Izzie e Christina. E Katherine Heigl, ao final do episódio, brilhou com a cena em que Izzie é demitida, e assim é que a série vai se reinventando cada vez melhor. 9,0

7° Lugar: Fringe 2×08 – August

Eu tenho alguma resistência com as respostas mirabolantes que Fringe dá algumas vezes, talvez por isso não seja um grande fã de toda a mitologia que envolve a ciência de borda e seus agentes. Porém, ao me deparar com um episódio em que ao final, um tão temido Observador explica suas ações por meio de uma coisa que os humanos chamam de “sentimento”, aí eu fui completamente surpreendido. E mesmo que o fato dos tais carecas estiverem em todos os eventos importantes do planete seja a coisa mais “Caçadores de Emoção (de 1991, lógico)” do ano, eu abro mão de toda a mitologia da série, e me agarro aos sentimentos retraídos de August, e a excelente interpretação de John Noble. 9,0

6° Lugar: House 6×03 – The Tyrant

E House mais uma vez apresentou um episódio brilhante, uma relíquia, perto dos episódios chatérrimos que a série insiste em apresentar, tirando lógico, a premiere Broken. E o legal do episódio foi que The Tyrant soube dosar muito bem a carga dramática trazida pelo paciente do dia, com a carga cômica pelas inúmeras referências que os personagens dizem. Pela parte dramática, James Earl Jones interpretou com perfeição o ditador africano que tirou todos os princípios éticos de Chase, uma história que poderia ter iniciado um arco muito bom, mas fracassou ao longo da temporada. Além disso, teve as referências a Dexter, True Blood, e até para a atriz Olivia Wilde. 9,0

5° Lugar: Dexter 4×10 – Lost Boys

Dexter está fazendo o mesmo caminho da sensacional segunda temporada, ou seja, deixando cliffhangers arrebatadores em cada episódio que vai se aproximando do final. Em Lost Boys, Dexter, que mostrou seu dark defender ao serial-killer Arthur Mitchell, ou Trinity Killer, descobre que seu algoz começa seu ritual de morte sequestrando um pobre garoto de 10 anos que faz o seu papel na sua terrível lembrança de infância, que ele revive ano após ano. O ponto negativo foi a péssima explicação da ligação da repórter-bitch com o assassinato de Lundy, mas nem de longe tirou a tensão deste ótimo episódio. 9,0

4° Lugar: The Good Wife 1×09 – Threesome

Esse episódio serviu para mostrar como a série pode, sim, servir com perfeição, tanto a storyline da “boa esposa”, tanto a storyline de Alicia como uma excelente advogada, mesclando os dois mundos de Alicia e rendendo uma interpretação fantástica de Julianna Margulies. De um lado, vemos Alicia tendo de lidar com o ego inflado do sócio da firma de advocacia, Jonas Stern, que decide ser defendido em uma causa por ela, mas toma as próprias rédias no tribunal. Do outro lado, Alicia precisa lidar com a insistente amante de Peter, que faz de tudo para lucrar com o escândalo que causou. As duas histórias se desnevolvem de maneira perfeita, conquistando de vez minha preferência. 9,5

3° Lugar: Dexter 4×09 – Hungry Man

Enquanto Lost Boys distribuiu cenas eletrizantes e sequências reveladoras sobre o Trinity Killer, o episódio anterior, Hungry Man, inspirado no espírito de ação de graças, preferiu introduzir sim, cenas eletrizantes e algumas revelações (tirando a investigação do atirador de Deb, que foi a coisa mais ridícula da temporada), mas o melhor do episódio foi a convivência de Dexter na toca do lobo, ou seja, Dexter deixa a família de lado para seguir sua fixação em destrinchar ao máximo o comportamento de Arthur, sendo cada membro de sua estranha família um conjunto de personagens que expressam o grande estudo do comportamento humano que esta quarta temporada está experimentando. E Dexter, como o “homem faminto” do episódio, deixa de lado sua máscara de amigo da família para partir pra cima de Arthur, em uma sequência primorosa nos detalhes do cenário. 9,5


2° Lugar: Mad Men 3×12 – The Grown-Ups

A forma como a morte do presidente John Kennedy foi tratada foi um caso a parte. Uma maravilha, desde os arquivos (ou cenas de extrema realidade) dos jornalistas anunciando a morte, até a reação de cada personagem à notícia. Pete e Trudy com o prepotente patriotismo barato, Don e Peggy mostrando o mínimo de importância possível, e Betty, desatando a chorar, mesmo que seus reais sentimentos ultrapassem a perda do presidente, e a pobre Margaret, que tem o casamento estragado pela tragédia nacional. Tirando isso, Betty deu um passo definitivo na sua relação com Henry, e a imaturidade da personagem, às vezes irresistível, às vezes irritante, deu o ultimato ao marido, em um diálogo seco, mas poderoso. 9,5


1° Lugar: Mad Men 3×13 – Shut the Door. Have a Seat

Essa terceira temporada de Mad Men ultrapassou raspando a excelência da segunda, e tal feito foi conseguido graças ao genial season finale, que além de deixar algumas respostas a serem respondidas para a quarta temporada, conseguiu reinventar a fórmula da série para uma história muito mais instigante e atrativa. Ficamos acostumados com o cenário da Sterling Cooper por três temporadas a fio, para que no final, em um golpe de mestre de Don, Roger, Cooper e Pryce, a empresa seja desvirtuada do centro das tensões dos personagens, e uma nova firma de publicidade é formada a partir dos antigos donos da vendida Sterling Cooper, somados Don Draper e Lane Pryce. Pete, Joan e até o desajeitado Harry foram alguns dos que seguiram os passos dos antigos chefes, mas foi a admissão de Peggy, que sujeitou a Jon Hamm e Elisabeth Moss uma cena memorável, o maior momento do episódio, onde Don com toda sua postura de “novo dono de empresa”, confessa a Peggy que passaria a vida tentando contratá-la se ela recusasse sua oferta. Longe dali, Betty, certa de sua separação para ficar com Henry Francis, divide com Don a dura tarefa de dizer aos filhos a divisão da família, outro momento emocionante do episódio. Como Curb your Enthusiasm é a comédia a ser batida na temporada, Mad Men após essa memorável reta final é o drama a ser batido nas principais premiações, novamente. 10,0


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