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TOP 100 – Parte 1

7 07UTC janeiro 07UTC 2010

100) Everwood (1×01) – Pilot

Diretor: Mark Piznarski

Roteirista: Greg Berlanti

A sensação que muita gente sentiu quando viu o piloto de “Gossip Girl” talvez tenha sido a mesma que a minha ao ver o piloto de Everwood: série descompromissada, teen e cool até não querer mais. Pois bem, o resto da série foi um lixo, com atuações péssimas e um roteiro ridículo, mas sempre é bom relembrar a sensação causada por um ótimo piloto.

99) The Big Bang Theory (2×11) – The Bath Item Gift Hypothesis

Diretor: Mark Cendrowski

Roteirista: Chuck Lorre & Bill Prady

Hilário, do início ao fim, esse episódio de The Big Bang Theory foi meu sopro de alívio para o estilo sitcom, que andava morno e recalcado. Além da referência geek a Star Trek, o mais legal foi poder finalmente perceber como Jim Parsons é bom ator.

98) The Closer (2×05) – To Protect & To Serve

Diretor: Elodie Keene

Roteirista: Adam Belanoff

The Closer nunca renegou suas raízes de série policial, mas como prova de que a série sempre vai além de sua premissa, um episódio que trata de um dos maiores clichês da história das séries policiais (quando um dos detetives do departamento se envolvem em um crime, no caso aqui, Provenza), The Closer mostra um roteiro inteligente, com aprofundações psicológicas interessantes, e mais um desfecho de tirar o chapéu. Nem preciso falar da Kyra Sedgwick, né?

97) Angel (5×14) Smile Time

Diretor: Ben Edlund

Roteirista: Joss Whedon & David Greenwalt

Angel é uma daquelas séries que você sabe que é ruim, consegue perder a conta de quantas vezes o personagem principal fez o que você achou que ele iria fazer, e sabe que seu ator principal é um canastrão de carteirinha, mas não consegue largar. Reparem: nesse episódio, Angel (David Boreanaz, o agente bobo de “Bones”) e sua gang bocó, tentam acabar com uma gang de marionetes (!) que enfeitiçam crianças (!!) que assistem aos seus shows (!!!). Em uma luta contra uma marionete (!!!!), Angel é transformado em um fantoche (K.O.). Dá pra rir do começo ao fim, reparando nas sacadas geniais que Joss Whedon sempre coloca. E depois dizem que “The Middleman” era original…

96) Malcolm in the Middle (4×03) – Family Reunion

Diretor: Ken Kwapis

Roteirista: Linwood Boomer & Alex Reid

“Malcolm” talvez tenha sido a melhor série familiar da história da TV. O relacionamento de Malcolm com os pais lembram o de Angela na saudosa “My So-Called Life”, mas o roteiro é menos ácido. Uma “Modern Family” melhorada. E nesse episódio, o quesito que talvez mais exalte Modern Family, o elenco, foi primordial para a qualidade alcançada. Com todos da família reunidos (até o sumido Francis), a série mostrou como consegue tirar situações hilárias, mesmo sem uma premissa tão destemida, só focada nos diálogos. E eu nem preciso falar da Jane Kaczmarek, né?

95) Weeds (4×05) – No Man is Pudding

Diretor: Craig Zisk

Roteirista: Jenji Kohan & Rolin Jones

Arrisco a dizer que este foi meu episódio predileto da série, que mesmo sendo altamente elogiada, nunca me conquistou por completo. É lógico que um momento singular, como a cena em que Nancy faz Celia perder o dente, ajuda o episódio a ficar na memória, mas tudo estava tão conectado e solto ao mesmo tempo, que ao fim dos 20 e tantos minutos, eu tive que ficar alguns segundos na frente do PC para digerir o que tinha acabado de ver.

94) True Blood (1×06) – Cold Ground

Diretor: Nick Gomes

Roteirista: Allan Ball & Raelle Tucker

Depois do estupendo “Sparks Fly Out”, eu achava difícil que a série emplacasse algum episódio a altura do anterior. E não é que conseguiu? Cold Ground adotou uma narrativa mais cadenciada e dramática que o anterior, para apaziguar a quantidade de coisas que aconteceram anteriormente, tanto que os melhores momentos de “Cold Ground” foram sentimentais, e não radicais, já que para mim é impossível não se lembrar da cena de Sookie comendo a torta de sua avó, e a primeira noite de amor da própria Sookie com o vampiro Bill.

93) The Flight of the Conchords (2×10) – Prime Minister

Diretor: James Bobin

Roteirista: Jermaine Clement & Bret McKenzie

Uma comédia por qual eu não dava nada a alguns anos, se revelou uma das coisas mais engraçadas que eu já vi. Sem episódios com um primor estético, a série dos desbravadores neozelandeses na América além de ter como alicerce os talentosos Bret McKenzie e Jermaine Clement, nesse episódio a série introduziu também os incríveis talentos dos atores Art Garfunkel (de Ânsia de Amar), Mary Lynn Rajskub (a Chloe de 24 Horas) e Brian Sergent (perfeito no papel).

92) Friday Night Lights (3×13) – Tomorrow Blues

Diretor: Jeffrey Reiner

Roteirista: Peter Berg & Jason Katims

Se esse episódio fosse realmente o series finale que todos imaginavam até um certo ponto, a série acabaria em grande estilo. Todas as sub-tramas adolescentes, como a de Tyra e Lyla, usando o tema da escolha das universidades e ainda deixou um ótimo gancho para o Coach Taylor em Dillon, já que o treinador passara para o outro lado da cidade, indo treinar o East Dillon High. Tudo isso da maneira sutil e emocionante como só a série consegue fazer.

91) Breaking Bad (2×12) – Phoenix

Diretor: Colin Bucksey

Roteirista: John Shiban

Embora “Negro Y Azul” tenha adotado um ritmo mais macabro, aqui prefiro um episódio mais bem roteirizado e dirigido, como foi “Phoenix”. A família de Walter cada vez mais desestruturada, mais uma atuação surpresa de Bob Odenkirk como o ótimo Saul, e a cena emocionante entre Jesse e Jane, todos esses fatores, além de mais informações sobre a queda do avião, mostraram como Breaking Bad consegue lidar com assuntos tão pesados de maneira tão honesta. E nem preciso falar do Bryan Cranston, né?

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5 Comentários
  1. Adorei os episódios de “The Closer”, “Weeds”, “True Blood” e “Friday Night Lights”, inclusive espero que as séries apareçam mais vezes na lista (talvez não “Weeds”, já que esse foi seu melhor episódio, como você mesmo comentou).

    • Olha, Weeds tem mais um episódio na lista, mesmo não sendo o meu episódio predileto, é uma questão de qualidade mesmo. The Closer, True Blood e Friday Night Lights também aparecerão em breve.

  2. Thomaz Jr. permalink

    “Sookie comendo a torta de sua avó” me comoveu mto.

    No “Tomorrow Blues”, tbm me emocionei qdo Tyra recebe a carta de aceitação.

  3. Putz, não acho Angel ruim, talvez porque só tenha visto as duas primeiras, que acho muito boas, mas sei que apartir da 3ª a coisa começa desandar. Mas até então tenho achado um grande entretenimento, não a altura de Buffy, mas perto, até porque o Joss sabe muito bem como prender alguém na frente da tela.

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