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TOP 100 – Parte 2

9 09UTC janeiro 09UTC 2010

90) It’s Always Sunny in Philadelphia (3×09) – Sweet Dee’s Dating a Retarded Person

Diretor: Jerry Levine

Roteirista: Glenn Howerton & Rob McElhenney

Se há uma série que não se preocupa em ser politicamente incorreta, e ainda se orgulha disso, essa série é It’s Always Sunny in Philadelphia. Nesse episódio, Dee começa a namorar um aspirante a rapper com deficiência mental. Até aí tudo bem (!), mas a série consegue facilmente elevar esse namoro a uma situação ridícula envolvendo os namorados, até uma aparição hilária de Nightman e Dayman, com números musicais que a série nunca tinha feito.


89) Desperate Housewives (5×13) – The Best Thing that Ever Could Have Happened

Diretor: Larry Shaw

Roteirista: Marc Cherry

Injustamente, eu esqueci de incluir esse episódio na lista dos melhores da temporada passada, visto que só bastou uma única releitura do episódio para que eu considere este, um dos melhores episódios da história da série (no balanço da temporada sua nota deve ser 9,5, mas o episódio merece nota 10,0, com certeza). Foi o 100° episódio da série, e para comemorar esse número, tivemos vários flashbacks das primeiras temporadas envolvendo o faz-tudo Eli, que nunca recebeu uma relevância muito grande na história, mas conquistou todos os fãs da série com um episódio: o de sua morte.


88) Roswell (1×22) – Destiny

Diretor: Patrick R. Norris

Roteirista: Thania St. John & Jason Katims

Eu nem sempre fui fã de séries sci-fi. Roswell mesmo, às vezes me tirava do sério com alguns episódios sofríveis (a série mesmo fez um dos piores episódios que eu vi na minha vida, o pavoroso “Secrets and Lies” da terceira temporada). Mas, se há alguma coisa que a série sabe fazer é um cliffhanger. No final da primeira temporada, eu já estava cansado de ver o Nasedo quase sendo morto pela enésima vez só em uns 10 episódios, e os aliens, que falavam, falavam e no fim eram só malas. Eis que na última cena, os aliens descobrem como mandar mensagens intergaláticas (uia!), e mandam a maior revelação de toda a série para o Max e para a mãe da Isabel (que era a Katherine “Izzie” Heigl). Fantástico, pelos minutos finais.


87) Entourage (5×05) – Tree Trippers

Diretor: Julian Farino

Roteirista: Ally Musika & Doug Ellin

Uma fonte de inspiração no Joshua Tree National Park, com várias metáforas inclusas, além de muitas drogas e cogumelos alucinógenos. Na época em que Vince e sua carreira tinham alguma relevância na história, ele e seus amigos foram ao belo parque solucionar o dilema do filme pipoca vs. filme independente. Além do ótimo roteiro, a fotografia estava excelente, como nunca vista na série. Acho que pode ser considerado um episódio épico, não?


86) Gilmore Girls (3×07) – They Shoot Gilmores, Don’t They?

Diretor: Kenny Ortega

Roteirista: Amy Sherman

Devo dizer que Gilmore Girls foi a série encantadora e divertida que eu conheço somente enquanto Amy Sherman era a roteirista do show. Mesmo tentando e muito, David S. Rosenthal não entendia o espírito de Stars Hollow,e a série desandou. Na época de ouro da série, Amy Sherman deu à série um episódio genial, onde Lorelai se preparava para a maratona de dança de Stars Hollow, e Rory ficava dividida entre Dean (o cara bonzinho de Supernatural) e Jess (Milo pior-ator-do-mundo Ventimiglia).

85) Scrubs (3×14) – My Screwup

Diretor: Chris Koch

Roteirista: Garrett Donovan & Neil Goldman

A estrela de Scrubs, sem dúvida é Zach Braff, e disso todo mundo sabe e está careca de saber, mas, se me perguntassem qual meu personagem favorito da série, ficaria entre o Dr. Kelso e Dr. Cox, sem sombras de dúvida. E no melhor episódio da história de Scrubs, o Dr. Cox foi quem comoveu os fãs, com a morte de um paciente seu com leucemia, em pleno aniversário. Foi a primeira e única vez (já que eu não vi nem a finale, nem o episódio musical) que Scrubs me comoveu profundamente.

84) Extras (1×03) – Kate Winslet

Diretor: Ricky Gervais & Stephen Merchant

Roteirista: Ricky Gervais & Stephen Merchant

Extras, junto com “Entourage”, são séries que os artistas devem adorar participar. Suas imagens de glamurosos e requintados vêm abaixo, e na maioria das vezes, os atores são mal-educados, arrogantes e grossos, quando não são cínicos demais. Kate Winslet, com toda sua beleza e delicadeza, protagonizou uma das cenas mais engraçadas da série, falando de sexo com Maggie de uma forma completamente suja e rude. Mas não só de Kate Winslet viveu o episódio, e o romance de Andy com a madre também foi genial.

83) Life on Mars UK (1×08) – Episode #1.8

Direção: Bharat Nalluri

Roteiro: Matthew Graham

Sam Tyler, detetive acostumado com métodos tecnológicos do século 21, sofre um acidente de carro e acorda em 1973, onde os policiais eram durões e usavam calça pantalona. A série nunca fez questão de ser sci-fi, nem ficar maleando os fãs com cliffhangers mirabolantes, e quem era esperto e não tinha receio de ser enganado pelo roteiro, sabia o que estava acontecendo. Até Sam Tyler encontrar seu pai no passado, e a trama dá uma ótima reviravolta.


82) Wonderfalls (1×05) – Crime Dog

Diretor: Allan Kroeker

Roteirista: Bryan Fuller & Krista Vernoff

Depois de “Life is Wild”, essa é a série com a pior premissa que eu já vi. Uma garota normal, que de repente começa a ouvir ordens e conselhos de animaizinhos de brinquedo. Pensa bem, que coisa ridícula. Mas, o que Bryan Fuller não consegue fazer, não? Uma história boba, transformada em uma história muito legal, daquelas séries de se ver e depois dar um sorriso grande de felicidade. Nesse episódio, o melhor da série, a trama da babá ilegal levou a série para um clima mais emocional, mas nem por isso divertido, com uma grande atuação do Lee Pace, que parece ter deixado Fuller orgulhoso.


81) Chuck (2×22) – Chuck vs. The Ring

Diretor: Robert Duncan McNeill

Roteirista: Josh Schwartz, Chris Fedak & Allison Adler

Chuck é uma série, que vendo a primeira temporada, dava sono, assim como aconteceu com “The Office”. E a segunda temporada, para minha surpresa, foi muito legal, com várias referências dos clássicos do cinema (coisa que eu adoro numa série), e uma história bem amarradinha. Mas foi no final mesmo que a série supreendeu, com uma reviravolta que reinventou a série de uma forma muito original, mesmo com vários atores limitados (tá, a questão dos atores é birra minha mesmo). Acho que a série nunca mais vai conseguir fazer um episódio como esse.

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4 Comentários
  1. Vinícius P. permalink

    Não acompanhei algumas dessas séries, mas achei esse episódio da Kate Winslet em “Extras” sensacional. Também adorei ver as presenças de “Desperate Housewives” e “Chuck” aqui. Só esse de “Entourage” que eu achei o único fraco da quinta temporada.

  2. Thomaz Jr. permalink

    Esse de Extras rola um dialogo sobre formas “praticas” de ganhar um Oscar. kakakaka

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