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Golden Globe, uma premiação (quase) justa

18 18UTC janeiro 18UTC 2010

Ok, não será um premiação que vai ficar na minha cabeça por muitos e muitos anos, e vamos combinar que o Ricky Gervais nem foi tudo isso o que estávamos esperando, já que até Jane Krakowski me fez rir mais que ele, e vamos nos concentrar nos prêmios, alguns justos e outros inadmissíveis (se bem que foi só um na categoria de TV, né?).

As vitórias de Mad Men e Glee nas categorias principais já eram mais do que esperadas. Mad Men vem ganhando vários prêmios por temporadas ótimas, e justo quando apresentou uma temporada quase perfeita, perder algum prêmio de crítica seria uma coisa bem estranha. Já Glee é a série que está no hype, além de ter a qualidade de ser uma série cômica e musical ao mesmo tempo em uma categoria chamada melhor série cômica ou musical. Pois é.


Na categoria de atuações, fiquei muito feliz pela vitória do Alec Baldwin por 30 Rock, esse é um dos vencedores que eu nuca cansarei de ver premiado. Michael C. Hall e John Lithgow venceram seus prêmios merecidos por Dexter, e não posso dizer que não fiquei feliz por isso, ao contrário, e os dois na minha opinião já partem como favoritos ao Emmy.


Já Julianna Margulies venceu a favorita Glenn Close como Melhor Atriz em Série Dramática, e eu fiquei muito feliz vendo o seu trabalho reconhecido, mesmo errando meu palpite, foi um palpite que eu gostei de errar. Toni Collette continua seu processo natural de faturar tudo o que concorre, e com certeza ganhará o próximo Emmy também, fato que só não ocorrerá se a série de Lauren Graham for MUITO boa, ou se Nurse Jackie confirmar a sina das séries da Showtime em fazer uma segunda brilhante, ou um meteoro atingir a atriz. E Chloe Sevigny foi outra surpresa agradável, mesmo tirando o prêmio de Jane Lynch.


E aí veio a categoria de minisséries e/ou telefilmes. E a categoria até foi boa, com a vitória de Drew Barrymore e Grey Gardens, confirmando o favoritismo do telefilme da HBO. Mas eu simplesmente não engulo a vitória de Kevin Bacon encima de Brendan Gleeson. Digo isso porque vi Taking Chance, e não vi nada genial no telefilme, e talvez um fator decisivo na minha apatia pelo longa foi a própria atuação de Kevin Bacon, que mais parecia um robô programado para fazer uma determinada expressão do que um ator do calibre que todos sabemos que ele tem.


Enfim, para quem ficou quase 1 hora e meia de prêmio sem apertar a tecla SAP e teve que aguentar o Rubens Edwald Filho chamar o Michael C. Hall de Anthony C. Hall, até que esse Golden Globe foi interessante, principalmente pelos discursos de Maryl Streep, Mo’nique e Drew Barrymore, as sempre lindas January Jones e Christina Hendricks e o cabelo pavoroso da mãe do Jason Reitman. Eu iria escrever “Viva o Golden Globe!”, ams acho mais adequado o simples “tim, tim”. Como bebe esse povo!

Saldo: (8/11) dos vencedores. É, fui bem…

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From → Premiações

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