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TOP 100 – Parte 4

29 29UTC janeiro 29UTC 2010

70) Dr. Horrible – Dr. Horrible’s Sing Along Blog (Act III)

Diretor: Joss Whedon

Roteiristas: Joss Whedon & Zach Whedon

O 3° ato da sensacional saga do Dr. Horrible certamente é uma das coisas mais engraçadas que eu já vi, sem desmerecer os dois episódios anteriores. Como era o final da micro-série, vimos a última chance do carismático doutor em salvar a Terra do malvado Capitão Hammer. Com a sempre ótima atuação de Neil Patrick Harris e um incrível timing cômico de Nathan Fillion (um ator que eu gosto desde a finada “Two Guys, a Girl and a Pizza Place”), essa maluca produção do mestre Joss Whedon deixou um gosto de quero-mais muito grande em mim. Que tal uma segunda-temporada?

69) Pretty/Handsome (1×01) – Pilot

Diretor: Ryan Murphy

Roteiristas: Ryan Murphy & Brad Falchuk

Os fãs de “Glee” podem comemorar essa tentativa falha de Ryan Murphy em emplacar um novo sucesso. Se o piloto de Pretty/Handsome fosse comprado por qualquer canal americano, provavelmente Glee nunca teria saído do papel. E que pena que esse projeto não deu certo! Joseph Fiennes, de “Flashforward” fez a melhor atuação de sua vida encarnando o pai de família que tem impulsos femininos, além do roteiro espetacular de Ryan Murphy, que em muitas vezes me fez lembrar (positivamente) de “Six Feet Under”, pela complexidade dos personagens. Essa seria uma série que eu estaria vendo até hoje.


68) The Closer (4×13) Power of Attorney

Diretor: Rick Wallace

Roteirista: James Duff & Michael Alaimo

De novo, e pela última vez, “The Closer” aparece na lista, já que esse é o meu episódio predileto da série, onde Kyra Sedgwick estava fenomenal e os convidados especiais também. Na verdade eu não sei quem estava melhor: Billy Burke na pele do advogado Phillip, ou James Jordan pelo atormentado Chris. O que eu sei é que o advogado e seu cliente foram um dos maiores “vilões” que já passaram pela série, e a conclusão do episódio foi a melhor de toda a série.


67) In Treatment (1×37) Alex: Week 8

Diretor: Paris Barclay

Roteiristas: Rodrigo García & Brian Goluboff

Esse é de longe o melhor episódio da curta história de “In Treatment”. E um episódio em que o paciente citado, Alex, não participa, já que está morto. Cabe ao seu pai, interpretado pelo fantástico Glynn Turman, acertar as contas com o psicanalista que possivelmente ajudou o processo de autodestruição de Alex, mesmo que indiretamente. Pronto. Meia-hora vendo uma batalha de interpretações soberbas e um roteiro magnífico.


66) 30 Rock (3×16) Apollo, Apollo!

Diretor: Millicent Shelton

Roteiristas: Tina Fey & Robert Carlock

Poucas séries hoje em dia abordam a realidade como “30 Rock” (pra falar a verdade, a única era “Flight of the Conchords”, que já morreu). Tudo o que acontece nos corredores da NBC fictícia é tão surreal que parece até um universo paralelo ao nosso. Mas nesse episódio de 30 Rock onde todas as piadas funcionaram, mesmo com viagens espaciais de mentira, fantoches, vômitos e comerciais de tele-sexo, o que mais me marcou no conjunto da obra foi a busca de Jack Donaghy pela felicidade que ele tinha na infância,o que até me emocionou em um certo ponto. Já é um clássico da série!


65) Big Love (3×06) Come, Ye Saints

Diretor: Daniel Attias

Roteiristas: Melanie Marnich

Uma boa série dramática sempre tem um episódio road trip, mas eu nunca pude esperar que esse episódio de “Big Love” seria o melhor da série. Bill e sua família viajaram ao local de nascimento de Joseph Smith Jr., para que o patriarca tivesse um momento de solidão, em busca de uma orientação divina para guiá-lo em suas decisões. O momento de oração de Bill foi certamente a maior contemplação que a série propôs desde sua estreia, que laureou ainda mais esse perfeito episódio.


64) Battlestar Galactica (4×20) Daybreak: Part 2

Diretor: Michael Rymer

Roteirista: Ronald D. Moore

Algumas pessoas não gostaram do fim de “Battlestar Galactica”. É até aceitável discordar do fim de alguns personagens, mas eu simplesmente não consigo botar defeito em nenhuma cena da segunda parte de Daybreak. É lógico que a morte de Laura foi meu moomento predileto acho que de toda a série, mas até a cena final com Baltar e Six eu achei estupenda. Um dos melhores finais de qualquer série.


63) Everybody Loves Raymond (5×01) Italy: Part 1

Diretor: Gary Halvorson

Roteirista: Philip Rosenthal

“Everybody Loves Raymond” poderia facilmente entrar numa lista de melhores da década, já que a série teve nove temporadas, e cinco delas no século 21. Porém a série ficou desgastada, sobrando poucas temporadas a serem admiradas. A quinta temporada do show é um exemplo, e o primeiro episódio é para mim além do melhor da quinta temporada, o melhor da série, onde Ray vai para a Itália com a família passar o aniversário de Marie, e Doris Roberts fez talvez seu melhor episódio em toda a série.


62) Frasier (11×03) The Doctor is Out

Diretor: David Lee

Roteirista: Joe Keenan

Não pensem que eu acompanhei as 11 temporadas de “Frasier”. Mesmo sendo uma série premiadíssima, nunca conseguiu se fixar em minha preferência. Porém, na sua última temporada, eu dei uma chance a série e não me arrependi. Esse episódio está para a série assim como “LA X” está para “Lost”, ou seja, o início do fim. Dr. Frasier  começa sua amizade com Burke (em um bar gay) tentando descobrir se o namorado de Roz é gay e a partir daí se inicia o processo de mudança de atitude do psiquiatra-radialista. Vale também pelos bons momentos em que todos passam a achar que Frasier é gay.


61) 3rd Rock From the Sun (6×20) The Thing That Wouldn’t Die

Diretor: Terry Hughes

Roteirista: Christine Zander

Se você viu John Lithgow pela primeira vez em “Dexter”, assim como Ted Danson em “Damages”, mil pontos a menos para você na escala seriemaníaca (ou pelo menos na parte da vanguarda). Enquanto Arthur Forbisher (e seu topete estiloso) era o queridinho da jurássica “Cheers”, o Trinity Killer (e Joseph Gordon-Levitt, que hoje é sucesso em (500) Dias com Ela) nos fazia rir como o patriarca da família de aliens que vêm à Terra para ganhar conhecimento dos costumes do nosso estranho planeta. No fim da série, a adorável família deve partir de volta, mas antes disso armam uma super festa de despedida, com direito até a Elvis Costello. Emocionante, mas impagável!

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4 Comentários
  1. Thomaz Jr. permalink

    Frasier é mto bom. Nem espreva ela por aqui. E até essa 11a temporada ainda foi legal.

    Pretty/Handsome teve um piloto tão badalado que fui conferir. Mas se a série tivesse vingado, eu não acompanharia. Não curto essas tentativas de se fugir do obvio (mainstream) apelando para o chocante, o patólogico, o marginal… é a saída mais “fácil” do lugar comum.

  2. Adorei você ter lembrado de “Pretty/Handsome”, esse episódio é sensacional e a série merecia uma chance.

    • Putz, é mesmo, Pretty/Handsome teve um episódio só e foi genial. Deveria ter sido vendida pra algum canal a cabo…

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