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Os 10 Melhores Episódios Dramáticos de Janeiro

5 05UTC fevereiro 05UTC 2010

10° Lugar: Damages (3×01) – Your Secrets Are Safe

Embora com algumas introduções no mínimo cafonas na parte técnica, esse início de “Damages” foi novamente tenso, com um novo caso desafiador a Patty Hewes e a vida de Ellen longe da antiga chefe. E o que realmente surpreendeu foi a importância merecida dada ao personagem de Tate Donovan, o fiel Tom Shayes, que já aparece com um destino trágico a acontecer depois de 6 meses. E, como já é de costume, Glenn Close arrasou, assim como Lily Tomlin e Martin Short.

9° Lugar: House (6×09) Wilson*

Mesmo com uma temporada bem ruim, “House” nunca se esquece de entregar episódios-eventos, que podem ou não mudar o rumo da série. Esse, mesmo com muita qualidade, não mudou em nada o rumo que a história adotou desde a premiere. Valeu pelo espaço dado ao competente Robert Sean Leonard, e a competente direção de Lesli Linka Glatter.

8° Lugar: Big Love (4×01) – Free at Last

Outro início de temporada, agora de “Big Love”. O episódio foi sim atribulado, como eu já disse antes, mas não se pode deixar de ressaltar a qualidade do roteiro, que consegue mesclar histórias mirabolantes como a do tráfico de perequitos e da morte de Roman Grant, com críticas severas à sociedade. E caso nada disso dê certo, só a atuação de Chloë Sevigny já é motivo para ver o episódio.

7° Lugar: Fringe (2×13) – What Lies Below

Vai episódio, vem episódio, e “Fringe” continua seguindo a mesma linha de colocar episódios isolados para depois colocar outro episódio com alguma informação sobre os mistérios da série. Isso não me empolgava na primeira temporada. Porém, tenho a impressão que a série está muito mais arrojada e interessante nesta segunda temporada, sendo isso evidenciado até mesmo nos episódios isolados. Prova disso é “What Lies Below”, que trouxe uma trama muito interessante mostrando uma ameaça biológica, e a interação de Walter e Peter (com mais uma atuação formidável de John Noble). Com um episódio assim, os acontecimentos bombásticos na Massive Dynamic, os Observadores e William Bell podem ficar pra depois!

6° Lugar: Grey’s Anatomy (6×08) – Invest in Love*

“Grey’s Anatomy” fechou seu arco de excelentes episódios sem Meredith-Izzie com esse, que talvez seja o único, a mostrar tantos minutos destinados a Dra. Arizona Robbins. Mesmo que eu ainda tenha uma certa antipatia pela personagem, vê-la enfrentando o mala-chief daquele jeito, e ainda nos fazer sofrer com mais um caso da pediatria (até quando sentirei pena de crianças doentes?) foi uma esperta sacada de Shonda Rhimes para nos fazer esqueçer um pouco que a Anatomia de Grey está sem a Grey. Mais um ótimo episódio.

5° Lugar: 24 (8×04) – Day 8: 7:00 p.m. – 8:00 p.m.

De todas as quatro horas que formaram uma verdadeira maratona do dia de Jack Bauer, essa foi com certeza  a melhor. A missão de Jack Bauer em protejer o presidente ganhou reviravoltas ótimas envolvendo Hassan, e lógico, a f*cking-crazy Renee, que com uma única cena, conseguiu deixar muitas torturas de Jack Bauer no chinelo!

4° Lugar: Friday Night Lights (4×10) – I Can’t

Olha, demorou, mas demorou MESMO para que eu simpatizasse com as caras novas de “Friday Night Lights”. Os únicos episódios acima da média nessa temporada pra mim foram aqueles que envolviam dramas da família Taylor, além do fantástico “The Son”. Mas, eis que enfim, com esse emocionante episódio, eu me rendo a luta de Vince Howard por uma melhoria de vida sua e de sua mãe drogada e Becky com sua gravidez. Até que enfim o outro lado de Dillon me conquistou!


3° Lugar: Big Love (4×02) – The Greater Good

“Big Love”, ao meu ver, funciona muito mais quando trata das relações humanas no vilarejo de Juniper Creek, ao invés de tantas loucuras que às vezes parecem ser colocadas lá só para causar um desconforto imediato no telespectador. Porém, nesse episódio, a série conseguiu um efeito contrário, lidando bem com situações simples e emocionantes, como a tentação de Alby Grant vista de uma maneira mais psicológica, os planos de Bill para o senado e o casamento de Sarah com Jesse Pinkman Scott.


2° Lugar: The Good Wife (1×11) – Infamy

“The Good Wife” mostra semana após semana que é uma série completa, com drama, reviravoltas, atuações brilhantes e até um pouco de comédia. Mais uma vez dosando com perfeição o que acontece no caso Florrick e o que acontece na firma de advocacia de Alicia, o episódio mostrou um arrogante âncora de TV que faz de tudo para influenciar a opinião pública no caso do sequestro de uma criança que envolvia a mãe, cliente da firma, que se matou de tanta pressão. Com mais uma perfeita atuação de Julianna Margulies, “The Good Wife” atingiu o nível de qualidade que até minha queridinha “Boston Legal” não chegava com tanta facilidade.


1° Lugar: Caprica (1×00) – Pilot

No momento em que Zoe olhava com estranheza toda a devassidão que ocorria na festa online, eu já sabia que “Caprica” era uma série diferente. É um spin-off de Battlestar Galactica, sim, e isso talvez possa ter causado um certo preconceito pela parte dos que não eram fãs da (melhor) série sci-fi de Ronald D. Moore, mas na minha opinião, até quem não viu Battlestar Galactica pode conferir o piloto da série, que é genial pelas interpretações e pelo roteiro, sendo os fantásticos efeitos especiais um “mero detalhe”. Este longo episódio é, até agora, o maior sopro de originalidade do ano.

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2 Comentários
  1. Eu adoro Good Wife também e esse episódio é ótimo! Como já disse, adorei o primeiro de Damages e ele seria meu primeiro lugar. Mas não posso opinar muito já que não vejo nenhuma outra série listada. ¬¬

  2. Vinícius P. permalink

    Ainda não vi “Caprica”, mas pretendo fazer isso em breve. Estou um pouco atrasado em “The Good Wife”, mas devo chegar a esses logo logo.

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