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TOP 100 – Parte 6

11 11UTC fevereiro 11UTC 2010

50) Os Normais (1×14) – Estresse é Normal

Diretor: José Alvarenga Jr.

Roteiristas: Alexandre Machado & Fernanda Young

Ahá. Acho que ninguém esperava por essa. Mas então, eu acho que “Os Normais” foi a única coisa do Brasil que eu assiti do início ao fim (nem “Som & Fúria, que era badalada e tal, eu não achei muita graça, mesmo torçendo muito por uma 2ª temporada). E acho que o maior segredo da coisa era o elenco, que era divino, principalmente os protagonistas Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães, que tinham uma química invejável. Nesse episódio, o meu favorito da série, é impossível não cair na gargalhada quando Rui pensa que Sueli é uma massagista quando na verdade é uma fisioteraputa.


49) How I Met Your Mother (2×09) – Slap Bet

Diretor: Pamela Fryman

Roteirista: Kourtney Kang

Mais uma vez o contraponto do mais divertido x mais bem interpretado/escrito/dirigido/enfim… Embora “Stuff” tenha me dado dor-de-barriga de tanto que eu ri, foi esse episódio que me fez ficar fã da série, e bater palminhas após os 22 minutos de duração. Foi hilário o segredo de Robin e a aposta do tapa-na-cara, e além disso, Neil Patrick Harris estava inspirado como poucas vezes se viu, e até arrisco a dizer que foi aí que a série pulou para um outro patamar na minha cabeça. Enfim, um episódio perfeito. E hilário.


48) Curb your Enthusiasm (7×09) – The Table Read

Diretor: Larry Charles

Roteirista: Larry David

Ou, sessão babação de ovo por 2009 parte 1. Posso estar redondamente enganado, mas o início da temporada 2009/2010 (leia-se Mid-Season) foi um dos melhores de toda minha vida. “True Blood” em grande estilo, “Mad Men” soberba, “Curb your Enthusiasm” soberba, estreias cool como “Hung” e “Nurse Jackie”, e… ok, “Weeds” e “Entourage”, mas forget about it. E me arrisco mais uma vez: nenhum episódio cômico desta temporada conseguirá alcançar o “The Table Read”. Ver os atores de “Seinfeld” lendo o roteiro do próprio episódio final com a maior desenvoltura do mundo foi demais, e se não bastasse isso, o episódio ainda teve a garotinha com infecção vaginal e a piada racista com Michael Richards. Épico!


47) True Blood (2×09) – I Will Rise Up

Diretor: Scott Winant

Roteirista: Nancy Oliver

Sessão babação de ovo por 2009 parte 2. Mas aí acho que é um concenso geral: “I Will Rise Up” é sem dúvida alguma, o melhor episódio da curta história de “True Blood”. Tão longe e tão perto ao mesmo tempo da bizarrice comum na série, nesse episódio um certo ar poético foi dominando todos os núcleos do mundo de Alan Ball. Desde o rapto de Tara por Lafayette, até a cena de Sookie e Jason no quarto, e principalmente a cena final, com o vampiro (chato, ok) Godric queimando na manhã de Dallas. Sem contar que foi de longe, muito longe, o melhor trabalho da Anna Paquin na série.


46) Mad Men (3×11) – The Gypsy and the Hobo

Diretora: Jennifer Getzinger

Roteiristas: Marti Noxon, Cathryn Humphris & Matthew Weiner

Sessão babação de ovo por 2009 parte 3, e parte final. Acho que só a palavra “perfeição” pode descrever com exatidão esse episódio de “Mad Men”. Perfeição na direção de Jennifer Getzinger, perfeição nas atuações de Christina Hendricks, January Jones e Jon Hamm, perfeição no roteiro, enfim… nem tem muito o que falar, é um espetáculo.


45) Damages (1×13) – Because I Know Patty

Diretor: Todd A. Kessler

Roteiristas: Todd A. Kessler, Glenn Kessler & Daniel Zelman

A impressão que “Damages” deixou no fim da sua primeira temporada foi uma das melhores que eu já vi. Um programa difícil, denso e classudo, que tinha tudo pra ser odiado, recebeu uma ótima recepção de todos. E acho que essa impressão após o fim da 1ª temporada foi conseguida em grande parte pelo último episódio, esse sensacional “Because I Know Patty”. Patty Hewes se revelando mais bitch do que se pensava, a resolução da morte do namorado da Ellen, a queda de Forbisher e tanta coisa que eu até esqueço de alguns detalhes. “Lost” deve seguir o exemplo da primeira temporada de “Damages” para terminar uma história com satisfação total.


44) Dexter (2×09) – Resistance is Futile

Diretor: Marcos Siega

Roteirista: Melissa Rosenberg

Dexter achando Rita morta na banheira. Isso pra mim é fichinha na série. Quero ver a série me dar tantos minutos de tensão como nesse fabuloso episódio da segunda temporada (e alguém percebeu que essa temporada foi a única sem serial-killer antagonista/aprendiz de serial-killer?). O grande acontecimento de “Resistance is Futile” foi a descoberta de Doakes sobre o “hobby” do colega de trabalho. E agora (pensava eu, lógico), o que o Doakes vai fazer? E o que o Dexter vai fazer? E o que foi aquele cliffhanger? Será que “Dexter” ainda vai conseguir dar um cliffhanger superior? Na minha humilde opinião, não.


43) Rome (1×11) – The Spoils

Diretor: Mikael Salomon

Roteirista: Bruno Heller

Nesse episódio, “Roma” deixou de ser uma série de época, com vilãs, mocinhas e muito sexo, e saltou para o nível de série fina e imperdível. “The Sopoils”, invariavelmente, tentou mostrar a outra face dos acontecimentos que levariam Brutus a querer matar César, o que funcionou completamente, além de evidenciar ainda mais o paradoxo existente entre Pullo e Vorenus. E claro, mais maldades da Atia, porque um episódio de “Roma” sem Atia é como Seinfeld sem Jerry Seinfeld.


42) Carnivále (2×12) – New Canaan, CA

Diretor: Scott Winant

Roteirista: Tracy Tormé

Carnivále foi mais uma daquelas séries da HBO que tem data para começar e data para terminar. E, como já se era esperado desde o piloto, os destinos do Padre Justin e Ben estavam cruzados, e um embate final entre os dois foi o acontecimento principal da series finale. Com uma direção de arte similar a do fantástico episódio “Come, Ye Saints” de “Big Love”, a batalha final entre os personagens principais da série foi apoteótica, soltando faíscas por todos os personagens da bizarra companhia de circo, com um destaque especial para a atormentada Sofie, e Joney. E é claro que devem-se destacar as interpretações soberbas de Clancy Brown e Nick Stahl, além da sempre competente direção de Scott Winant, que domina os efeitos especiais em suas cenas como poucos diretores atualmente.


41) Deadwood (2×12) – Boy-the-Earth-Talks-To

Diretor: Ed Bianchi

Roteirista: Ted Mann

“Deadwood” foi outro exemplo de série que sabia muito bem armar um fim de temporada. Com a segunda temporada, minha predileta da série, não foi diferente, mesmo sendo esse o penúltimo episódio da temporada. E, como já era de costume, os principais Seth Bullock e Swearengen foram as estrelas principais do episódio, com a convocação das novas eleições, e com mais uma atuação brilhante de Ian McShane. E além disso, a volta de George Hearst, e o conflito entre Andy e Cy também tumultuaram o episódio, que fechou com chave de ouro com o intenso cliffhanger envolvendo Swearengen e Bullock.

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6 Comentários
  1. Ótimo você ter citado “Os Normais”, para mim é a melhor série nacional de todos os tempos (ou ao menos a mais engraçada). Também gostei da lembrança ao melhor episódio de “True Blood” até o momento.

    • Recordando de outras produções brasileiras que vi recentemente, “Os Normais” é a melhor delas, com certeza.

  2. Eu gosto bastante de ‘Os Normais’ e a chave do sucesso é mesmo a dupla perfeita (pena que os filmes são beem fraquinhos). Eu sou contra a maré e digo que o melhor episódio de True Blood é o sucessor de I Will Rise Up, ‘New World in My View’ que ele chegam na cidade devastada, aquilo foi épico!

    • Verdade, os filmes d'”Os Normais” são bem ruins, que pena ver os atores se prestarem à tal vergonha alheia.

      Também gosto muito de “New World in My View”, mas até hoje não me conformo com os 44 minutos, rsrsr.

  3. Thomaz Jr. permalink

    O “final” de Carnivale , assim como td a série, foi ótimo. Um estética q nunca vi na tv, e nem na HBO. Mas me deixou inquieto, terminei a série esse mês e quero a respostas. rs

    Quanto à HIMYM

    “Let’s go to the mall everybody! Go!
    C’mon Jessica, C’mon Tori,
    let’s go to the mall you won’t be sorry.
    Put on your jelly-bracelets,
    and your cool graffiti-coat,
    at the mall havin’ fun is what its all about.”
    (…)

    kkkkkkkkk

    • O final de “Carnivále” é muito intenso e perturbador, e tenho até medo de saber todas as verdades obscuras que a série não respondeu…

      E esse momento de HIMYM é épico mesmo.

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