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TOP 100 – Parte 8

25 25UTC fevereiro 25UTC 2010

30° Prison Break (1×07) – Riots, Drills and the Devil, part 2

Diretor: Vern Gillum

Roteirista: Karyn Usher

“Prison Break” foi uma série de altos e baixos, e a primeira temporada da série, inclusive, não é blindada a erros. Mais do que isso, “Prison Break” foi uma série que deveria ter sido minissérie, ou série de uma temporada só, como “Smallville”. E a segunda parte de “Riots, Drills and the Devil” foi o primeiro indício da minha teoria. Minutos de tensão envolvendo a revolta na prisão me fizeram por um instante pensar: “Ok, eles terão de escapar, porque a história está avançando demais, mas e depois que eles fugirem?”. Depois que eles fugiram, eles voltaram, fugiram de novo, e se envolveram em várias conspirações, nada muito empolgante, principalmente porque depois de “Riots, Drills and the Devil” eu parei de me preocupar com os personagens.


29° Lugar: House M.D. (1×21) – Three Stories

Diretor: Paris Barclay

Roteirista: David Shore

Foi a partir deste excepcional episódio que “House” se tornou uma série respeitada e digna de todos os prêmios que ganhou. Além da estrutura narrativa, que intercalou a história de três pacientes que tinham os mesmos sintomas, o roteiro foi perfeito, principalmente no discurso de House aos alunos de medicina, com um show à parte de Hugh Laurie. Pena que hoje em dia, episódios assim são muletas para uma série que já foi tão triunfante.


28° Lugar: Curb your Enthusiasm (2×07) – The Doll

Diretor: Robert B. Weide

Roteirista: Larry David

Algumas pessoas não gostaram da piada de “The Table Read” envolvendo a menina que causa pena em Larry por ter uma infecção vaginal. Pobre menina. Pois eu achei muito corajosa e divertida esta storyline, mesmo que não tenha sido muito original. Isso porque o melhor episódio da história de “Curb your Enthusiasm” também envolvia uma criança, a filha de um produtor executivo da ABC, que pede para Larry cortar o cabelo da sua boneca. Depois disso, como sempre, Larry arca com os problemas que invariavelmente, não são culpa sua, e a cena final com certeza é a cena mais perturbadora que uma comédia já apresentou.


27° Lugar: The Office (2×22) – Casino Night

Diretor: Ken Kwapis

Roteirista: Steve Carell

Se há uma coisa que “The Office” sabe fazer e muito bem, é finais de temporada. No final da ótima segunda temporada da série, este perfeito “Casino Night” caiu como uma luva. Todas as cenas na noite de Cassino funcionaram, com destaque para o malabarismo de Michael com suas duas acompanhantes. E ainda teve uma cena emocionante envolvendo Jim e Pam. Memorável!


26° E.R. (8×21) – On the Beach

Diretor: John Wells

Roteirista: John Wells

Entre todos os (muitos) médicos que passaram por “E.R.”, o Dr. Greene para mim é o mais marcante. Sua trajetória na série foi impecável, tanto pela atuação sensível de Anthony Edwards, como pela construção minimalista dos hábitos do médico. Assim sendo, o episódio em que ele (como MUITOS outros) morre na série pra mim, foi emocionante e impecável do início ao fim. Desde suas férias no Havaí, onde ele só queria descansar aguardando a própria morte por um tumor no cérebro, passando pela cena arrebatadora de sua morte, até a cena no seu enterro. Quaaaaaase chorei, confesso.


25° Lugar: Gilmore Girls (6×05) – We’ve Got Magic to Do

Diretor: Michael Zimberg

Roteirista: Daniel Palladino

Não era pra ser o episódio que foi. Não que quem fez o episódio pensou que seria mais um no meio de todos, mas o episódio foi tão, mas tão brilhante que até a cena mais descartável se tornou fundamental para a série. Lorelai e Richard conversando sobre Rory em Yale: roteiro perfeito. Rory projetando a D.A.R. party para Emily = atuação fantástica de Kelly Bishop. Final do episódio = criatividade e sensibilidade do diretor Michael Zimberg. Ou seja, nem há razões especiais para dizer que foi fantástico, só se sabe que foi o melhor episódio da série.


24° Lugar: Veronica Mars (1×22) – Leave it To Beaver

Diretor: Michael Fields

Roteiristas: Rob Thomas & Diane Ruggiero

O mistério: o assassinato de Lily Kane. A resolução: hum… quem viu, viu, quem não viu, vê pelo SBT. E ainda teve um momento novela mexicana style com o mistério da paternidade da Veronica. E, ok, que Veronica foi meio burra na parte do carro, mas nada se compara com as cenas em que ela descobre A evidência sobre o caso, e lógico, o fim. Ok, eu não me aguento, o assassino da Lily Kane foi o namorado dela, o Aaron! Prontofalei


23° Lugar: Studio 60: On the Sunset Strip (1×14) – The Harriet Dinner: part 2

Diretor: John Fortenberry

Roteirista: Aaron Sorkin

Tinha algo muito cativante em “Studio 60”, que era, além do texto cheio de metalinguagens, o costume que a série tinha em acabar suas histórias em sequências arrebatadoras e originais. Nesse episódio, no jantar de Harriet, tivemos a história de Danny e Jordan, e o relacionamento conturbado de Matt e Harriet, e o desfecho da história dos dois foi genial, principalmente na última cena do episódio. E ainda teve o executivo chinês que fingia não saber falar inglês por diversão (bem que os roteiristas de “Lost” poderiam caprichar mais no japa que não quer falar inglês, né? A diferença entre as duas histórias é gigante).


22° Lugar: Firefly (1×05) – Out of Gas

Diretor: David Solomon

Roteiristas: Joss Whedon & Tim Minear

Flashbacks. Episódios movidos a flashbacks sempre dão certo, e com “Firefly” não foi diferente. A pessoa em questão que volta no tempo é o Capitão Mal, que depois da explosão do motor da nave Serenity, tudo vai de mal a pior e o sistema de oxigenação começa a falhar. E ele delira, e nesses delírios, vemos como Mal e Zoe compraram a Serenity, e como eles encontraram a tripulação. Joss Whedon é rei quando se trata de fillers, e fez mais uma relíquia de episódio (e de série, ok) aqui.


21° Lugar: Grey’s Anatomy (2×16/17) – It’s the End of the World/As We Know it

Diretor: Peter Horton

Roteirista: Shonda Rhimes

Eu simplesmente não consigo escolher qual das duas partes desse episódio duplo foi melhor, então aí está uma quebra da minha própria coerência com o post. Nhé. Mas vamos combinar que um episódio é dependente do outro e não há como separá-los. Enfim, “It’s the End of the World” foi um episódio pós-Super Bowl, então era natural que viria por aí um episódio disposto a ser o melhor da série, ou pelo menos o mais bombástico. E foi. Christina Ricci nem precisou arregalar tanto seus olhos para notarmos o alto nível de tensão presente no Seattle Grace Hospital, com a chegada de um “paciente-bomba” que obriga Dr. Burke a acionar o Code Black, e o parto de Bailey, que foi um momento emocionante na série.

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One Comment
  1. Não vi a maiora desses episódios (esse de “Grey’s Anatomy” é sensacional mesmo, da época que a série me fazia perder o fôlego, rsrsrs), mas tenho que comentar que sua seleção está excelente até o momento.

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