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Melhores Episódios Dramáticos de Fevereiro

10 10UTC março 10UTC 2010

Primeiro, me permitam uma dancinha “I Told You So” da Phoebe sobre o Oscar. I Told You So. Campanha oficial: “viva a vida, viva o Emmy”. Além da campanha de toda a vida “Tina Fey como host de tudo”. Tina Fey ownou todas as piadas do Steve Martin em… 1 minuto de cena.

Viva Diva!

Agora, o ranking:

10° Lugar: Grey’s Anatomy (6×13) – State of Love and Trust

É muito bom notar que “Grey’s” sempre tem um lugar cativo neste post. Mesmo na categoria onde a disputa é mais acirrada, a série de Shonda Rhimes acertou os ponteiros nesta sexta temporada e vem de ótimos episódios. “State of Love and Trust” tratou de um assunto muito aguardado: Derek como o novo manda-chuva do Seattle Grace! E, como é “Greys Anatomy”, ainda tivemos ótimos momentos com Bailey e Christina. Mais um ponto para a série.

9° Lugar: LOST (6×01-02) – LA X

Enfim, começou “Lost”. Com acertos e erros, a derradeira última temporada começou. O que eu gostei foi a realidade paralela (flash-sideways? Afe, que coisa cafona), como se o avião nunca tivesse caído na ilha. Além da morte da Juliet. Mas… poderiam ter-nos poupado do japonês do templo, né? Aliás, toda a parte do templo foi de uma chatice só. Enfim, é “Lost” e isso basta.

8° Lugar: Friday Night Lights (4×12) – Laboring

Vamos falar a verdade? “Friday Night Lights” foi bem mais-ou-menos nessa quarta temporada. Porém, depois dos dois últimos episódios da terceira temporada foram magníficos, eu fiquei com muitas esperanças para esse episódio. É. Foi um ótimo episódio, que rendeu a Connie Britton uma ótima interpretação graças a trama envolvendo Tami. Mas… os personagens chatinhos ainda estão lá. O Peter Pan ainda estava lá. E para uma série que se já atingiu a perfeição mais de uma vez, bem que poderia render mais, não?

7° Lugar: Damages (3×04) – Don’t Throw That at the Chicken

Como é bom ver “Damages” ressurgir das cinzas, não? Depois do três primeiros e irregulares episódios, a trama engrenou de vez, tanto no caso da temporada, como na morte de Tom. Nesse episódio, a sequência em que o magnata Louis Tobin se suicida, o advogado Winstone se olha através de várias televisões, e Joe Tobin é perseguido, é de tirar o chapéu.

6° Lugar: Man of a Certain Age (1×10) – Back in the Shit

Não, você não viu errado. “Man of a Certain Age”, que eu larguei porque tava muito chata, praticamente virou outra série depois do sexto episódio, “Go with the Flow” (aliás, vejam esse episódio pessoas, é o máximo que qualquer série conseguiu chegar a “Sex and the City”. Só que com homens). Pra não estragar a surpresa, que será ótima (e, please, a temporada é curtinha), essa season finale tem um dos melhores diálogos do ano entre Ray Romano e Andre Braugher. Recomendo!

5° Lugar: Damages (3×05) – It’s Not My Birthday

Mais um episódio de “Damages”. E eu preciso dizer que eu simplesmente adoro quando a série tem tudo para ter um cliffhanger bombástico, e entrega uma cena final tão enigmática. Os sonhos de Patty voltaram, e além do sonho, que foi muito cool (aprendi como é mula em inglês? Eu acho que sim), a família Tobin está despontando pra ser a melhor coisa da temporada. Até a filha de Louis, que não ganhava muito espaço, surgiu bagunçando ainda mais a história. É “Damages” em sua origem.

4° Lugar: Friday Night Lights (4×13) – Thanksgiving

Eu já sabia, mas nem lembrava mais, que o fim de temporada de “Friday Night Lights” traria um Panthers vs. Lions. Pois bem, trouxe, e foi a melhor coisa de toda a quarta temporada. Tava com saudades dos clássicos, da apreensão, do chute longo, amo muito tudo isso. E em meio a tudo isso, Tim Riggins decidiu ir ver o sol nascer quadrado por vontade própria. E Tami Taylor, novamente, matou a pau. Mas eu ainda sinto falta da terceira temporada, sorry.


3° Lugar: Big Love (4×05) – Sins of the Father

Muito lindo esse episódio de “Big Love”, que me lembrou o maravilhoso “Come, Te Saints” da terceira temporada pela simplicidade das tramas e a sinceridade dos sentimentos. O foco de “Sins of the Father” era as três esposas de Bill em diferentes situações de desespero. Como sempre, Chloe Sevigny arrasou em todas as cenas, e se mostra como uma das mais talentosas atrizes da temporada. De novo.


2° Lugar: Fringe (2×15) – Jacksonville

Poxa, pela primeira vez desde o início da série eu realmente amei um episódio. Amei, do início ao fim. Mesmo que eu não seja muito fã de filmes de terror, o clima bizarro do episódio foi totalmente compreensível visto ao choque que aconteceu entre os “dois mundos”, uma mitologia cravada pela série desde o início. E além da cena em que Olivia volta à se sentar naquela bizarra cadeira, o final (assim como o apavorizante começo) foi o maior ápice que a série já atingiu, mesmo não tendo sido um fim de temporada cheio de respostas.


1° Lugar: The Good Wife (1×14) – Hi

Meu amor por séries de tribunal facilmente interviu no resultado desse ranking, não? Ok, muitos podem dizer que esse não foi o melhor episódio do mês, mas é inacreditável como a série balanceia com perfeição os casos da semana (excelentes, sempre) e o caso Florrick (excelente, sempre). E nesse episódio, com o caso Florrick tomando formas inimagináveis, e mais uma atuação de alto nível de Julianna Margulies, bem, não consigo ver nenhum defeito na série. Irretocável episódio.

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One Comment
  1. “Hi” talvez tenha sido o melhor episódio de “The Good Wife”, uma estreia que deve ser facilmente lembrada entre as melhores da temporada. Não vi a maioria aqui, mas acho que o de “Lost” ocuparia a primeira posição em minha lista.

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