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TOP 100 – Parte 9

14 14UTC março 14UTC 2010

20° Lugar: Buffy – The Vampire Slayer (5×16) – The Body

Diretor: Joss Whedon

Roteirista: Joss Whedon

Então, a Joyce morreu. Crap. Morreu de (pasmem) aneurisma, num sofá qualquer. Sem nenhum aviso prévio. E esse foi o episódio mais triste, melancólico, pesado e magnífico de “Buffy”. Se a morte é usada em séries de calibre para aprofundar os personagens, aqui não foi diferente. Impossível não se emocionar com as cenas de Buffy, Anya e Dawn, principalmente. E Joss Whedon, enfim, foi impiedoso do início ao fim. Mas eu não chorei – Há. Mas foi triste.


19° Lugar: 30 Rock (2×05) – Greenzo

Diretor: Don Scardino

Roteiristas: Tina Fey & Jon Pollack

É muito difícil perceber quando uma série chega à perfeição. Algumas demoram (como “Buffy” e “The Office”), e outras apresentam uma perfeição imdiata (como “Sopranos” e “Arrested Development”). “30 Rock” alcançou a perfeição pra mim, neste perfeito episódio, que eu tenho arquivado no meu computador até hoje, mesmo que “Black Tie” também seja um ótimo episódio. A participação de David Schwimmer até hoje foi a melhor que a série já teve, e todo o argumento do episódio envolvendo a semana verde, a festa de aniversário de Kenneth, e até a participação de Al Gore, foram até hoje o máximo que a série conseguiu alcançar.


18° Lugar: Arrested Development (2×06) – Afternoon Delight

Diretor: Jason Bateman

Roteirista: Abraham Higginbotham

Poucas são as comédias que conseguem captar o espírito natalino, sem soar para aquela coisa banal de família/árvore-de-natal/peru. “Arrested Development” conseguiu. Passando da crueldade (!) de Gob ao despedir todos os funcionários na festa de Natal porque eles não gostam de suas piadas, até a redenção do espírito natalino com Michael recontratando todos eles. Isso colocando no meio a chicken dance, Tobias surdo, e a inesquecível frase: “They are laughing with me, Michael!”. Sensacional!


17° Lugar: Alias (2×22) – The Telling

Diretor: J.J. Abrams

Roteirista: J.J. Abrams

Nesse episódio, eu simplesmente perdi o ar. Pra quem achava que o vilão-bitch Sloane seria o maior pé no calo da nossa heroína, eis que Francie, assume o posto de maior bitch ever da série, com a revelação de que ela era o “clone”. E, meu Deus, o que foi a luta final, na casa da Sydney? E o Bradley Cooper? E o que foi aquele FINAL? Sydney, em Hong Kong, sem memória, socorrida por Vaughn que achava que ela estava morta. Meu Deus, como essa série era boa, fala sério!


16° Lugar: Life on Mars (2×08) – Episode 2.08

Diretor: S.J. Clarkson

Roteirista: Matthew Graham

Outro fim magnífico de uma série magnífica. “Life on Mars” propôs, desde o início, traçar um paralelo plausível entre Sam no passado e seu acidente no presente, ou seja, o nosso heroi não voltou no tempo porque sim e assim se fez. Muitos pescaram o que estava acontecendo muitos episódios antes (não é o meu caso), e várias pessoas ficaram desapontadas com a resolução mais anti-nerd que qualquer série já fez. Mas, tudo foi colocado de uma maneira tão singela e original (como sempre), que foi impossível não bater palmas novamente a essa excelente série. Descubra “Life on Mars (UK)”, leitor, e não se arrependerá.


15° Lugar: Boston Legal (5×13) – Last Call

Diretor: Bill D’Elia

Roteirista: David E. Kelley & Susan Dickes

Esse episódio, o último da série, serviu basicamente pra mostrar às pessoas que não assistiam a série o que elas haviam perdido. Danny e Alan, depois de indas e vindas e conversas na cobertura da firma, decidem se casar. É lógico que os dois tiveram que batalhar para isso no tribunal, e com o discurso de defesa mais emocionante da série, paralelamente, as tramas dos outros personagens também iam se despedindo. E em nenhum momento eu me senti triste, porque o que a série apresentou em suas 5 temporadas não deixou nenhuma ata desatada, nenhum diálogo não dito. Era só torcer para que Danny e Alan se casassem. E… não vou contar.


14° The West Wing (3×10) – Bartlet for America

Diretor: Thomas Schlamme

Roteirista: Aaron Sorkin

Flashbacks. Sempre funcionam. E estão por aqui de novo. Mas esse é um episódio especial. Desde o início da série fomos apresentados ao presidente Bartlet como uma figura que tinha o poder de todo um país nas mãos. E se muitas pessoas se perguntavam como Bartlet conseguiu esse poder, esse episódio nos diz. A campanha “Bartlet for America” foi mostrada em flashbacks, e com um atuação singular de Martin Sheen, esse foi provavelmente o episódio mais bonito da série, ainda mais com o espírito natalino em ação novamente.


13° CSI (5×24/25) – Grave Danger, Volumes 1 e 2

Diretor: Quentin Tarantino

Roteirista: Quentin Tarantino

É nisso que dá entregar toda uma série nas mãos de um cara como Quentin Tarantino. Fichinha em produções cinematográficas, o renomado diretor apareceu em C.S.I. para comandar essa season finale, e simplesmente matou a pau. Com uma direção, ouso dizer, masoquista, o sequestro do agente Nick, que minutos depois aparece soterrado, rendeu aos fãs da série dois episódios que conteram as cenas mais aflitivas e tensas de “CSI”. O que o Quentin Tarantino não faz, não?


12° Lugar: Six Feet Under (5×10) – All Alone

Diretor: Adam Davidson

Roteirista: Kate Robin

“Six Feet Under” foi uma série que nos aproximou demais de seus poucos e complexos personagens, não por empatia ou simpatia, mas pela sinceridade de seus atos. Dito isso, acho que a morte de Nate  (é muito spoiler, mas se passar o mouse vai ver), pra mim, foi a mais difícil de se engolir em qualquer série. Mas isso aconteceu no episódio anterior, porque em “All Alone”, o que se viu foi muita, mas muita, muita tristeza. Tristeza pelo que aconteceu, pelo que vai acontecer depois da tragédia, pelo funeral, por tudo. E eu amo muito tudo isso.


11° Lugar: Battlestar Galactica (3×04) – Exodus: Part 2

Diretor: Félix Enríquez Alcalá

Roteirista: Bradley Thompson

Toda a saga de New Caprica City é perfeita para mim. Desde o sensacional Occupation (3×01), até o revelador Collaborators (3×05), é difícil escolher qual dos episódios nesse período foi melhor. No uni-duni-tê, escolho a segunda parte de “Exodus”. O inferno que os tripulantes da Galactica enfrentaram em New Caprica garantiu, lógico, muitos tiros, revelações e cenas bombásticas, mas também foi carregado de emoções, principalmente a Adama (e seu jump é um momento marcante em toda a série), Starbuck e Tigh. E quando se tem a melhor trilha sonora já vista em um episódio, o que mais se pode pedir?

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One Comment
  1. Nossa, desses aqui vi pouquíssimos, mas fiquei surpreso com a presença de “Greenzo”.

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