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TOP 100 – Última Parte

27 27UTC março 27UTC 2010

10° Lugar: The X-Files (9×20) – The Truth: Part 2

Diretor: Kim Manners

Roteirista: Chris Carter

Não tenho bagagem, e acho que nem experiência pra fazer um ranking de séries dos anos 90, até porque vi poucas (mas sitcons que passam à tarde na Sony do que qualquer outra coisa), mas nenhuma delas chega aos pés de “The X-Files”. É um clássico nerd que eu queria ter visto semana após semana, mas eu nem sabia ler naquela época. Enfim, “The X-Files” virou “Arquivo X” aqui no Brasil, e eu virei fã desde o piloto, mesmo que não saiba qual episódio é o piloto. 10 anos depois do piloto, na 9ª temporada da série, “The X-Files” se despede de seus inúmeros fãs com uma series finale (pasmem) leve para o nível de tensão da série, com poucas respostas apresentadas já que várias já tinham sido dadas anteriormente, e uma cena inesquecível entre Mulder e Scully.

9° Lugar: 24 (1×24) – Day One: 11 p.m. to 12 a.m.

Diretor: Stephen Hopkins

Roteiristas: Joel Surnow & Michael Loceff

Depois desse episódio, tudo o que eu vi no mundo que envolvia ação, conpiração, terrorismo e afins, nunca mais chegou ao dedinho mindinho se for comparar. Sério. Deixando de lado toda a parte técnica que foi simplesmente perfeita, tivemos Kiefer Sutherland arrasador, Victor Drazen se confirmando como um dos maiores vilões da história da TV, o inesquecível presidente Palmer, e, claro, Nina Myers, uma prova viva morta de que os roteiristas de “24” não têm medo de arriscar.


8° Lugar: Arrested Development (3×13) – Development Arrested

Diretor: John Fortenberry

Roteiristas: Mitchell Hurwitz & Richard Day

Que grande ironia, uma série que sempre elevou TODAS as suas tramas ao maior nível cômico possível, acabar com tramas tão trágicas e conclusões tão pessimistas, não? E foi ruim? De forma alguma. Como a série sempre pregou, tudo o que é ruim pode ficar ainda pior, o que algumas pessoas encaram com a cara emburrada, e a família Bluth encarava na maior cara-de-pau possível. Dessa vez, algumas situações se tornariam irreversíveis, e mesmo que algumas cenas engraçadas envolvendo Tobias deixaram um sorriso aberto em mim, tudo o que o episódio me passou foi que tanto a série, quanto o cérebro dos americanos, tinham chegado ao fundo do poço, sem chance de levar o fim da série na esportiva.


7° Lugar: The Sopranos (6×21) – Made in America

Diretor: David Chase

Roteirista: David Chase

Algumas pessoas que assistiram a série não gostaram do fim de “The Sopranos”. Eu não. A série, que se acostumou a dar os melhores finais de episódio de qualquer série, terminou… terminando. A cena da morte de Paulie é sensacional como poucas mortes na série foi, e juntando isso aos desfechos de Carmela, a cena entre Uncle Junior e Tony, e o desfecho do próprio Tony, o fim muito original e ousado, só foi uma cereja no bolo de genialidade de David Chase. Eis a cena – notem a movimentação dos figurantes, é genial (pode ver que não vai mudar em nada o contexto que qualquer pessoa que não viu a série tem, e não, a cena não foi cortada):


6° Lugar: The Wire (3×11) – Middle Ground

Diretor: Joe Chappelle

Roteiristas: David Simon & George Pelecanos

Não tem como, não consigo gostar de outro episódio de “The Wire” mais do que “Middle Ground”. O episódio teve um ótimo avanço no caso da Organização Barksdale, teve momentos geniais envolvendo McNulty e Colvin, e Stringer Bell com uma das melhores frases de todos os tempos: “We ain’t gotta dream no more, man”. Se eu me lembro, fiquei três dias revendo o mesmo episódio de tão perfeito que foi.

5° Lugar: Friends (10×20) – The Last One: Part 2

Diretor: Kevin Bright

Roteiristas: Marta Kauffman & David Crane

Lindo esse fim de “Friends”. Nas 10 temporadas da série, o interessante foi que a série tinha a tendência de complicar demais todos os relacionamentos amorosos dos personagens, e nesse series finale, tudo foi armado como uma boa comédia romântica, com o nascimento dos filhos de Monica e Chandler, e o desfecho do romance de Ross e Rachel. Nunca mais uma sitcom conseguiu ser tão boa como “Friends” sem apelar para a veia romântica que a série renegou por tanto tempo.


4° Lugar: Six Feet Under (5×12) – Everyone’s Waiting

Diretor: Alan Ball

Roteirista: Alan Ball

Posso estar sendo mau, mas não vi tanta perfeição assim na primeira parte de “Everyone’s Waiting”. Os personagens foram se despedindo, as histórias foram se acabando, com a qualidade de sempre, mas não passava da qualidade habitual. Até vir a parte final do episódio. Onde começou bater a saudade da inesquecível série de Alan Ball. Aí vieram os seis minutos finais e eu simplesmente desmoronei, e fiquei plantado na frente da TV vendo a cena mais impactante da minha vida. Veja por sua própria conta e risco (pra quem já viu a cena, ver de novo é um deleite):


3° Lugar: The West Wing (2×22) – Two Cathedrals

Diretor: Thomas Schlamme

Roteirista: Aaron Sorkin

“Two Cathedrals” exemplifica todo o meu amor por “The West Wing”. É um episódio raro, onde todas as cenas atingem o nível máximo tanto de emoção quanto de técnica, onde todos os atores estavam em plena sintonia, enfim, tudo perfeito. Incrível como a morte de uma personagem que nem tinha tanta importância na história foi um estopim tão poderoso para o episódio, e garantir mais uma amostra do talento de Martin Sheen. E se alguém ainda tem dúvidas de que a série não é uma das melhores séries da história, eis duas cenas que estão entre as minhas preferidas de todos os tempos (sério):



2° Lugar: The Sopranos (3×11) – Pine Barrens

Diretor: Steve Buscemi

Roteiristas: David Chase, Terence Winter & Timothy Van Patten

Não foi um fim de temporada. Não foi um episódio com uma revelação bombástica. Não foi um episódio com cenas de tirar o fôlego. E foi o melhor episódio da história de “The Sopranos”. Não sei dizer com certeza o que eu senti vendo o episódio pela 1ª vez, eu estava numa maratona pra acompanhar a 6ª temporada pela HBO, e quando vi o episódio eu não senti vontade de ver mais nada. Arte, pura arte, em todas as cenas, todos os diálogos, toda a saga de Paulie e Christopher, tudo. É uma obra de arte que fica pra sempre na memória de quem viu.


1° Lugar: LOST (3×22) – Through the Looking Glass

Diretor: Jack Bender

Roteiristas: Carlton Cuse & Damon Lindelof

“We have to go back!” – Ahhhhhhhhhhhhh! Não adianta, o impacto de “Through the Looking Glass” me fez ver a TV com outro olhos.

*                                                *                                                *

Então, acabou. 100 episódios. Pode ser que me escapou algum, ou algum episódio da lista foi superestimado, enfim, aguardo opiniões alheias.

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2 Comentários
  1. “24 Horas”, “Arrested Development”, “Six Feet Under” e ainda “Lost” em primeiro? Sem dúvida foi um encerramento perfeito para a lista! Também me incentivou a acompanhar as demais séries. Parabéns!

  2. Thomaz Jr. permalink

    Ótimo top 100. Apesar de ter mta série que não vi.

    Ah! Senti falta do píloto de Breaking Bad.

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