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… Agora os Episódios:

5 05UTC abril 05UTC 2010

10° Lugar: Segunda temporada de “Sons of anarchy”

Mesmo que olhando o resultado final não tenha sido tão memorável como eu pensei, “Sons of Anarchy” teve bons momentos ao longo de sua temporada, principalmente na parte final. O nível de tensão, que várias vezes em episódios anteriores eram quebrados por artifícios bobos, ou até mesmo cafonas, nos dois últimos episódios alcançaram um nível regular e bem arquitetado, que valorizou ainda mais os ganchos da série para a terceira temporada.

9° Lugar: Nurse Jackie (2×02) – Twitter

Pela primeira vez desde a sua estreia, “Nurse Jackie” mostrou um episódio CÔMICO na maior parte do tempo. A começar por Zoey, a mais engraçada da série, que cuidou de um paciente que se achava Deus, e rendeu os melhores momentos do episódio. O já anunciado vício do Dr. Cooper no twitter também foi muito engraçado, além de trazer um embate interessante com a personagem de Edie Falco, que continua arrasando na série. Que continue assim!

8° Lugar: The Office (6×20) – Happy Hour

Episódios de “The Office” que ocorrem fora do escritório já têm a tendência de serem engraçados, e dessa vez não foi diferente. Michael estava hilário conquistando a amiga de Pam, assim como Dwight e a sua “cara metade”. E até Oscar, que eu não acho muito engraçado me fez rir bastante.

7° Lugar: The Big Bang Theory (3×17) – The Precious Fragmentation:

Pois é, esse é o Sheldon…

6° Lugar: Big Love (4×09) – End of Days

Chloe Sevigny teve razão em dizer que essa temporada de “Big Love” parecia uma novela. Algumas tramas eram tão absurdas e ralas ao mesmo tempo que me causavam uma certa antipatia por alguns personagens (e Bill fica cada temporada mais insuportável). Mas nessa season finale, até porque foi cheia de cenas sinistras (marca registrada da série), tudo fluiu muito bem, desde os desfechos (ou não) das tramas arrastadas de JJ e Alby Grant, até o incrível cliffhanger final, com direito a efeito Ghost Whisperer e analogia a bandeira americana, trazendo um acontecimento que mudará o rumo da série.

5° Lugar: Damages (3×07) – You Haven’t Replaced Me

“Damages” é uma série que se dá muito bem quando foca-se nos personagens, e nesse episódios tivemos ótimos momentos envolvendo o advogado Leo Winstone e Ellen, principalmente o primeiro. Com muito mais segredos do que aparenta, Winstone volta a sua cidade-natal e enfrenta seu ambicioso pai – com uma incrível interpretação de Martin Short. Já Ellen se mostra cada vez mais parecida com a “mentora” Patty, arquitetando um jogo de manipulações com a nova advogada-assistente de Patty.

4° Lugar: Grey’s Anatomy (6×15) – The Time Warp

Um salto ao passado. Foi isso o que esse ótimo episódio de “Grey’s Anatomy” propôs, e cumpriu com a qualidade de sempre. Além da maior atração do episódio, que foi ver Bailey tímida e com suas estilosas trancinhas, ainda vimos ótimos momentos com Callie e Richard, e uma ótima interpretação de Sarah Paulson como Ellis Grey. Essa é com certeza, a temporada mais original de “Grey’s Anatomy”.


3° Lugar: Community (1×17) – Physical Education

Além de ter ficado muito feliz por ter visto um episódio coeso, cheio de ótimas interpretações e um roteiro afiado, eu fiquei feliz MESMO por que eu não via um episódio tão nonsense e tão corajoso assim desde o perfeito “Apollo! Apollo!”, de “30 Rock”, coisa que eu achei que só a própria série de Tina Fey poderia realizar de novo. Aqui, temos duas histórias simples: Jeff se recusando a usar um short minúsculo para praticar sinuca, e um suposto affair para Abed. A partir daí, tivemos o “Abed branco”, e uma partida sensacional de sinuca entre Jeff e o treinador (detalhe: no fim da partida, os dois estavam pelados), e tantas outras cenas que não caberiam num post só. “Community”, aos poucos, se comprova como uma das melhores comédias da temporada.


2° Lugar: Chuck (3×09) – Chuck vs. The Beard

Eu não gosto muito do clima que “Chuck” faz de entregar várias histórias de uma vez só para prender a atenção de uma forma meio descontrolada, e talvez por isso, tenha gostado tanto de “Chuck vs. The Beard”. O episódio foi cuidadosamente trabalhado para o momento da grande revelação da identidade secreta de Chuck para um personagem importante da série (isso é spoiler, né? Caso esteja com vontade de saber, passe o mouse -> Morgan), e fora que o personagem em si é o meu predileto desde o piloto, a cena da revelação já é uma das minhas prediletas de toda a série. Chuck está sim, cada vez mais distante de sua engraçada origem do “espião do barulho que se mete em altas confusões”, mas episódios como esses são impressindíveis para que a série não caia no marasmo, nem seja apressada demais. Adorei.


1° Lugar: Lost (6×09) – Ab Aeterno

São episódios assim que me fazem crer que “Lost” ainda não se perdeu no mar de mitologias e perguntas sem-respostas, e que o derradeiro fim da série não será decepcionante. Centrado em Richard Alpert, o episódio mostrou o calvário que o personagem percorreu ao longo dos anos, além de dar uma das maiores respostas da série: o que é a ilha. Eu por exemplo, não gostei da resposta, além da última cena do episódio ter sido bem ridícula, mas como eu sempre afirmei, o que mais me interessa em “Lost” é a qualidade do episódio, e nesse quesito, “Ab Aeterno” já tem um lugar cravado no hall dos melhores episódios da história da série.

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One Comment
  1. Vi poucos episódios no último mês, mas sem dúvida “Ab Aeterno” foi o melhor deles. Bom ver que “Lost” está fazendo uma última temporada num ótimo nível.

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