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Os 14 Melhores Pilotos da Fall Season – Parte 1

27 27UTC setembro 27UTC 2010

Claro que são 14 porque até agora eu vi 14 pilotos, e tirando esses, só sobra o de “The Walking Dead”, que ainda vai demorar um pouquinho a estrear. Vamos à lista:

14° Shit My Dad Says

O que era pra ser o retorno de William Shatner à TV em grande estilo, se tornou um suplício e um dos piores episódios do ano. Com uma narrativa que já tinha tudo pra dar errado (a série é baseada em uma conta do twitter), os roteiristas da série tratam os telespectadores com idiotas ao colocar piadas sem nenhuma razão e nenhuma preocupação com a coesão do próprio texto, só por um esforço narrativo que busca colocar o maior número de anedotas estúpidas possíveis na boca de William Shatner, que só poderia estar louco ao concordar em entrar num projeto desses. Lógico que eu paro por aqui.

13° Lugar: Outsourced


O bloco de comédias da quinta-feira na NBC na temporada passada se mostrou o mais forte da TV, com “Community”, “Parks and Recreation”, “The Office” e “30 Rock”, agora fez mais uma aposta arriscada, e errou feio. “Outsourced” é sobre uma firma de telemarketing na Índia, e se a própria premissa já apresenta limitações, o roteiro já mostra que não consegue ir além das piadas óbvias sobre choque cultural. Passo.

12° Lugar: Running Wilde


Ter no elenco um ator como Will Arnett já é um grande triunfo, e essa é a única razão para eu continuar assistindo essa comédia. Bobinha e com uma premissa um tanto mal-pensada, nem mesmo Keri Russell, que eu adorava nos tempos de “Felicity” (que eu vivi uns 5 anos depois, mas vivi) parece estar à vontade com o papel – o único ator encaixado de maneira correta é Will Arnett, que usa de seu humor facial na maior parte do tempo. Tomara que não piore.

11° Lugar: Undercovers


A nova empreitada de JJ Abrams pode ser um refúgio pra quem (como eu) gosta de ação e conspiração, mas é uma frustração em todo o resto. Se o criador de “Felicity”, “Alias” e “Lost” queria criar uma série instigante e charmosa no estilo “Sr. e sra. Smith”, aqui ele comete o terrível erro de não reparar no principal atrativo do longa: o casal principal. Brad Pitt e Angelina Jolie exalavam carisma por todas as cenas, enquanto dois atores desconhecidos e totalmente inexpressivos (OK, Boris Kodjoe é esforçado) afundam um projeto que parecia promissor. Larguei.

10° Lugar: Detroit 1-8-7

Temos aqui uma série peculiar, que bebe da fonte das melhores características do procedual drama tradicional, como “Law and Order”, e as séries policiais underdog, como “The Shield”, e se no caso de “Undercovers” o elenco pode levar a série às ruínas, aqui temos acertos certeiros em todos os personagens. Michael Imperiolli é um ator de traços fortes, mas de gestos e movimentos seguros em cena, ao passo que, trazer o ator veterano James McDaniel da série “NYDP Blue” mostra que os roteiristas já mostram ter grande cuidado com a premissa da série. Pretendo continuar até a primeira temporada.

9° Lugar: No Ordinary Family

“Heroes” está aí para provar que é muito difícil fazer uma série sobre super-heróis. Porém, se formos analisar “No Ordinary Family” apenas pelo piloto, teremos bons pontos para continuar vendo semanalmente. A série foge de alguns clichês, e abraça outros, mas nenhum deles chega a incomodar o ritmo do episódio, ao contrário. A química entre os componentes da família com super-poderes é realmente boa (embora lembre DEMAIS a do filme “Os Incríveis”) e os atores são carismáticos (Michael Chiklis se desapegou quase por completo de seu personagem em “The Shield”). Vou continuar.

8°  The Big C

É a Showtime com mais uma série sobre mães de família disfuncionais, o que me deu um pouco de sono, mas a série é imperdível, e o piloto vale muito a pena. Laura Linney, uma das minhas atrizes prediletas de todo o sempre, está fantástica e representa com exatidão todas as nuances que a personagem Cathy necessita para ser assimilada pelo público. Na série, ela é uma mãe de família com câncer e em estado terminal, e então decide gastar seus últimos momentos de vida aproveitando a vida de todas as maneiras. Mesmo que o atrativo principal seja a atuação de Laura Linney, é uma ótima série, e sim, uma série cômica da Showtime.

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2 Comentários
  1. As que mais gostei, ainda não apareceram nesse top!

  2. Confesso que também não me surpreendi muito com The Big C (que deveria ser uma das melhores estréias). Undercovers é para quem é orfão de séries de detetives (eu!) por isso mesmo com todos os problemas, eu adoro vê. E Detroit 1-8-7 eu também gostei bastante, mais do mesmo, mas bem feito.

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